
Saudações aos leitores do portal MXStudio.
Cacetada, o tempo passa. Donkey Kong já é um mocinho. A exatos 15 anos e um dia (foi ontem, mas esqueci de postar) foi lançado o jogo que mudou o rumo da disputa entre os consoles da era 16-bits: Donkey Kong Country. Falarei um pouco sobre esse clássico absoluto dos videogames. Acompanhem.
Em 1994 a conhecida geração 16-bits chegava em seu momento decisivo daquela que foi a disputa mais equilibrada entre dois consoles até hoje. O Genesis recebia medalhões como Sonic 3, Sonic & Knuckles, e Streets of Rage 3. O SNES vinha de uma crescente sobre o rival e também teve seus games de peso como Super Metroid, Final Fantasy VI (ou III pela contagem norte americana) e Mega Man X. Mas ainda estava para surgir o game que desequilibraria definitivamente a balança, fazendo-a pender para o lado da Nintendo. Até que em 25 de novembro de 1994 foi lançado o fenômeno Donkey Kong Country.
Não é exagero dizer que esse jogo foi revolucionário em sua época. Primeiro porque mostrou ao mundo gráficos e animações cujos padrões eram inimagináveis para as máquinas daquela geração. Segundo porque foi a reinvenção de um personagem clássico que até então estava esquecido pelo grande público (até teve Donkey Kong 94 para GameBoy, mas pouca gente jogou). E terceiro porque trata-se de um jogo divertidíssimo, variado e cheio de passagens secretas e manhas. Outro detalhe muito legal era a possibilidade de dois jogadores se alternarem durante as fases, em um esquema cooperativo pouco visto naquele período. Como Diddy e Donkey tinham diferenças na movimentação, criava-se aí uma face estratégica que adicionava uma profundidade interessante ao gameplay.
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Não há também como não falar de Donkey Kong Country sem mencionar sua fantástica trilha sonora, sem dúvidas uma das melhores da geração 16-bits. Quase todas as músicas eram sensacionais:
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De resto é a história que todos conhecem; Donkey Kong Country vendeu mais de 8 milhões de cartuchos, com duas continuações de grande sucesso. Ajudou a consolidar a liderança do SNES, além da proeza de ter ofuscado Sonic. Em uma tentativa desesperada a Sega lançou o medíocre Vectorman para tentar competir com DKC, mas foi esmagado pela popularidade do simio engravatado. Pena que após Donkey Kong 64 nenhuma outra aventura em um esquema semelhante foi produzida, com DK apenas estrelando joguetes musicais e aparecendo nos games como Smash Bros e Mario Kart. Tenho certeza que muitos jogadores por aí até hoje aguardam pelo retorno triunfal de Donkey em um possível Donkey Kong Country 4 ou New Donkey Kong Country (ué, por que não?). Quem tem Wii pode ao menos baixar os jogos da trilogia Country pelo Virtual Console, ou se alguém preferir, tem os ports para GBA.
Parabéns a Rare por ter sido responsável por tamanho clássico dos videogames. E obrigado por terem proporcionado a mim e a milhares de outros tantas horas de diversão.
André V.C Franco – MXStudio
Show de bola, simplesmente fantástico! Valeu, André, por ter lembrado esse fenômeno que DKC foi e ainda é para muitos jogadores mundo afora. Destaque para a trilha sonora, composta por David Wise e equipe…
vo ti contar bixo esse jogo é muito massa eu jogo até hoje sem falar nos graficos…
Cara, a Nintendo está marcando. Se teve o New Super Mario Bros, e deu no que deu, ultrapassando as vendas do Galaxy, um New Donkey Kong Country seria um estouro.
Acho que eles já tiveram a ideia, mas estão esperando outro console da Nintendo lançar e usar como um dos aperitivos iniciais.