“http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd”>
E ai galera, como estão? Este é meu primeiro artigo aqui no MXStudio e antes de mais nada gostaria de agradecer ao Danilo e ao Haussen pela oportunidade. Bom, eu vou falar sobre usabilidade, teoria de design e afins.
Para começar, vamos a usabilidade. Um tema importante, fundamental para construção não só de websites, mas também de sistemas, softwares e outras aplicações. Creio que todos conhecem o “papa da usabilidade” Jacob Nielsen, para quem ainda não conheçe ou ouviu falar mas não faz idéia do que ele faça, vale a pena fazer uma busca sobre ele, quem tiver grana, comprar seu livros e tudo mais.
Ele é chamado assim, pois, foi quem começou a tratar mais profundamente este assunto. Existem profissioniais que seguem fielmente todas as regras descrita por Jacob, outros (como eu) concordam com algumas e discordam de outras, e têm também aqueles que discordam completamente de suas teorias.
O fato é que, com o surgimento de novas tecnologias voltadas para a internet, os desenvolvedores, designers e afins, vêem deixando de lado a importância da usabilidade. Não estou falando o que é certo ou errado, mas apenas tentando mostrar que nem sempre o que é bonito ou rápido é intuitivo. Este é o termo mais usado para definir a aplicação da usabilidade.
Mas o que viria a ser a navegação intuitiva? Navegação de forma simples? Clara? Objetiva? Sim, tudo isso interligado.
Creio que a maioria de nós já entrou em sites que o menu não visível e há a necessidade de ficar correndo com o mouse pela tela até achar algum link. E muitas vezes o site que contém esse “erro” é um site totalmente moderno e com um visual de cair o queixo. Mas garanto que ao não encontrar o menu, muitos desistem de navegar por ele.
É isso que a navegação intuitiva faz. O usuário encontra facilmente o menu, as informações estão bem diagramadas no site, facilitando o acesso para qualquer área da aplicação.
Nielsen, assim como muitos, defende a regra de “quanto menos cliques melhor”. Eu já acho que nem sempre. Imaginem um site de uma empresa que possui o seguinte menu: home, quem somos, o que fazemos, clientes, fornecedores, portfólio, extranet e fale conosco. Um menu grande, certo? Agora imaginem um design com esse mesmo menu. O ideal seria que ele viesse na vertical do lado esquerdo da tela, certo? Ou seja, o que o cliente dessa empresa estiver procurando ele encontra apenas clicando uma vez no menu, certo?
Agora imaginem este mesmo site, apenas rediagramado e reestruturado onde o menu fosse; home, empresa, trabalhos, contato. Bem menos informação. Imaginem agora o layout desse novo site, sendo que dentro de empresa, viesse além da informação sobre a própria, um submenu contendo: equipe, o que fazemos e clientes. Na parte de trabalhos, as informações sobre os serviços prestados e um submenu com: portfólio e clientes. A sessão de login para extranet/intranet estaria na home.
O usuário continua encontrando de forma simples, objetiva e clara a informação que ele busca, mas clicando uma vez mais. A diferença está na organização das informações.
Portanto, nem sempre a regra de quanto menos clicks melhor é válida. Outro exemplo é em relação aos sites de compra. Já pararam pra perceber quantos cliques são necessários para se efetuar uma compra no submarino ou amazon? Pois então, isso é em nome da segurança para o cliente. Se fosse obrigatória a regra de Nielsen, com apenas um click você já estaria comprando um produto, sem segurança, sem confiança na empresa na qual você está efetuando tal compra.
Esse assunto é bem amplo e estarei escrevendo sobre ele outras vezes. Para outras informações sobre usabilidade basta buscarem no Google mesmo sobre o tema. Vão aparecer uma infinidade de coisas.
Abraços a todos.
Daniel de Paola
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