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Vírus chegam aos videogames
IDG Now!
Nem mesmo os videogames portáteis estão a salvo. Depois de infestar o mundo dos computadores, a internet e os telefones celulares mais avançados, agora os códigos maliciosos chegaram, pela primeira vez, aos videogames.
O alvo foi o PlayStation Portable (PSP), versão portátil do console da Sony. A F-Secure noticiou nesta quinta-feira (06/10) o surgimento de um cavalo-de-tróia que se aproveita de uma falha em versões mais antigas do sistema operacional do PSP para inutilizar o aparelho.
Segundo a fabricante de antivírus, após a Sony divulgar uma falha de segurança na versão 2.0 do sistema do PSP, que deixava o aparelho vulnerável a um problema crítico de memória, muitos dos usuários correram à web para encontrar programas caseiros que fizessem o sistema voltar à versão 1.5.
Acontece que, depois de algum tempo, foi descoberto que uma dessas ferramentas caseiras era um cavalo-de-tróia que apaga da memória alguns arquivos essenciais para a inicialização do PSP. Ou seja, depois de executada, a praga inutiliza o aparelho por não permitir que ele seja ligado novamente.
Outro ponto agravante é que a Sony suspende a garantia do aparelho caso o usuário execute algum aplicativo não autorizado no aparelho, deixando ainda mais difícil a tarefa de consertar o videogame.
Para os donos de PSPs, o recomendado é que nunca rodem programas de origem desconhecida no aparelho. A boa notícia, porém, é que a praga não tem meios de se propagar automaticamente e poucos casos foram reportados às empresas fabricantes de antivírus.
IDG Now!
Nem mesmo os videogames portáteis estão a salvo. Depois de infestar o mundo dos computadores, a internet e os telefones celulares mais avançados, agora os códigos maliciosos chegaram, pela primeira vez, aos videogames.
O alvo foi o PlayStation Portable (PSP), versão portátil do console da Sony. A F-Secure noticiou nesta quinta-feira (06/10) o surgimento de um cavalo-de-tróia que se aproveita de uma falha em versões mais antigas do sistema operacional do PSP para inutilizar o aparelho.
Segundo a fabricante de antivírus, após a Sony divulgar uma falha de segurança na versão 2.0 do sistema do PSP, que deixava o aparelho vulnerável a um problema crítico de memória, muitos dos usuários correram à web para encontrar programas caseiros que fizessem o sistema voltar à versão 1.5.
Acontece que, depois de algum tempo, foi descoberto que uma dessas ferramentas caseiras era um cavalo-de-tróia que apaga da memória alguns arquivos essenciais para a inicialização do PSP. Ou seja, depois de executada, a praga inutiliza o aparelho por não permitir que ele seja ligado novamente.
Outro ponto agravante é que a Sony suspende a garantia do aparelho caso o usuário execute algum aplicativo não autorizado no aparelho, deixando ainda mais difícil a tarefa de consertar o videogame.
Para os donos de PSPs, o recomendado é que nunca rodem programas de origem desconhecida no aparelho. A boa notícia, porém, é que a praga não tem meios de se propagar automaticamente e poucos casos foram reportados às empresas fabricantes de antivírus.
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