O Node é um interpretador JavaScript do lado do servidor que altera a noção de como um servidor deveria funcionar. Seu objetivo é possibilitar que um programador crie aplicativos altamente escaláveis e escreva código que manipule dezenas de milhares de conexões simultâneas em uma, e somente uma, máquina física. Node é um programa de servidor.
Node.js foi criado por Ryan Dahl a partir de 2009, e seu crescimento é patrocinado pela Joyent , o seu empregador.
Ambientes semelhantes escritos em outras linguagens de programação incluem a torcida para Python , Perl Ambiente Objeto para Perl , libevent para C e EventMachine para o Ruby . Diferentemente da maioria dos programas em JavaScript, não é executado em um navegador web, mas sim um server-side JavaScript aplicação. Node.js implementa algumas CommonJS especificações. Ele fornece uma REPL ambiente para teste interativo. Node.js foi criado por Ryan Dahl a partir de 2009, e seu crescimento é patrocinado pela Joyent , o seu empregador.
Ambientes semelhantes escritos em outras linguagens de programação incluem a torcida para Python , Perl Ambiente Objeto para Perl , libevent para C e EventMachine para o Ruby . Diferentemente da maioria dos programas em JavaScript, não é executado em um navegador web, mas sim um server-side JavaScript aplicação. Node.js implementa algumas CommonJS especificações. Ele fornece uma REPL ambiente para teste interativo.
No entanto, ele definitivamente não é como o Apache, Tomcat ou IIS. Esses servidores são produtos de servidor independentes, prontos para instalar e implementar aplicativos instantaneamente. Você poderá ter um servidor em execução em um minuto com esses produtos. O Node definitivamente não é isso. O Apache pode adicionar um módulo PHP para permitir que os desenvolvedores criem páginas da Web dinâmicas, e os programadores usando Tomcat podem implementar JSPs para criar páginas da Web dinâmicas. O Node definitivamente não é isso.
Neste momento inicial da vida do Node (atualmente na versão 0.4.6), ele não é um programa de servidor pronto para ser executado, onde você espera instalá-lo, colocar seus arquivos dentro dele e ter um servidor da Web totalmente funcional. Ele ainda requer uma quantidade de trabalho não trivial para obter até mesmo a funcionalidade básica de um servidor da Web funcionando depois de concluir a instalação.
Qual a finalidade do Node?
Existem algumas aplicações em que o Node é extremamente eficaz e eficiente, e de forma contrária, há certas coisas para as quais o Node, no momento, provavelmente não é uma boa solução. Você precisa decidir cuidadosamente quando usar o Node, pois usá-lo na situação errada poderá levar a MUITA codificação extra.
Suas Vantagens
O Node é extremamente bem projetado para situações em que um grande volume de tráfego é esperado e a lógica e o processamento necessários do lado do servidor não são necessariamente volumosos antes de responder ao cliente. Bons exemplos de onde o Node seria excelente incluem:
- Uma API RESTful
- Fila do Twitter
- Servidor de arquivos de imagem
Desvantagem do Node
É claro, o Node não é a escolha ideal em algumas situações. Eis alguns cenários em que o Node não seria bom:
- Páginas criadas dinamicamente
- Aplicativos pesados em bancos de dados relacionais
Soluções oferecidas pelo Node
O objetivo declarado do Node é "fornecer uma maneira fácil de criar programas de rede escaláveis". Qual é o problema com os programas de servidor atuais? Vamos fazer as contas. Em linguagens como Java™ e PHP, cada conexão inicia um novo encadeamento que, potencialmente, é acompanhado de 2 MB de memória. Em um sistema que tenha 8 GB de RAM, isto define o número máximo teórico de conexões simultâneas em cerca de 4.000 usuários. À medida que sua base de clientes cresce, você deseja que seu aplicativo da Web suporte mais usuários e, portanto, será necessário adicionar mais servidores. É claro, isso se soma a custos de negócios, especificamente custos de servidor, custos de tráfego e custos de mão de obra. Adicione a esses custos o problema técnico potencial de que um usuário poderá usar diferentes servidores para cada solicitação, de forma que quaisquer recursos compartilhados deverão ser compartilhados por todos os servidores. Por exemplo, no Java, variáveis estáticas e caches precisam ser compartilhados entre as JVMs em cada servidor. Este é o gargalo de toda a arquitetura de aplicativos da web, o número máximo de conexões simultâneas que um servidor pode tratar.
O Node soluciona o problema mudando a forma como uma conexão é feita no servidor. Em vez de iniciar um novo encadeamento do SO para cada conexão (e alocar a memória correspondente com ele), cada conexão cria um processo, que não requer que o bloco de memória o acompanhe. O Node alega que nunca ocorrerá um impasse de bloqueios, pois não são permitidos bloqueios e ele não bloqueia diretamente para realizar chamadas de E/S. O Node também alega que um servidor que o execute pode suportar dezenas de milhares de conexões simultâneas. De fato, o Node altera o panorama do servidor ao mudar o gargalo do sistema inteiro do número máximo de conexões para a capacidade de tráfego de um único sistema.
Portanto, agora que você tem um programa que pode tratar dezenas de milhares de conexões simultâneas, o que você pode de fato criar com o Node? Seria ótimo se você tivesse um aplicativo da Web que exigisse tantas conexões. Este é um daqueles problemas do tipo "se você tem esse problema, ele não é um problema". Antes de chegarmos a isso, vejamos como o Node funciona e como foi projetado para ser executado.
Como o Node funciona
O Node propriamente dito executa V8 JavaScript. Espere, JavaScript no servidor? Sim, você leu corretamente. O JavaScript no lado do servidor é um conceito relativamente novo, e há cerca de dois anos, aqui no developerWorks, ele foi mencionado em uma discussão sobre o produto Aptana Jaxer (consulte Recursos). Apesar de o Jaxer nunca ter chegado a tanto, a ideia em si não era tão absurda — por que não usar no cliente a mesma linguagem de programação que você usa no servidor?
O que é o V8? O mecanismo V8 JavaScript é o mecanismo subjacente do JavaScript que o Google usa com seu navegador Chrome. Poucas pessoas pensam sobre o que de fato ocorre com o JavaScript no cliente. Um mecanismo JavaScript, de fato, interpreta o código e o executa. Com o V8, o Google criou um interpretador ultrarrápido escrito em C++ que tem um aspecto exclusivo: é possível fazer o download do mecanismo e integrá-lo em qualquer aplicativo que você desejar. Ele não é restrito à execução em um navegador. Portanto, o Node, na verdade, usa o mecanismo V8 JavaScript escrito pelo Google e o redireciona para uso no servidor. Perfeito! Por que criar uma nova linguagem quando há uma boa solução já disponível.
Programação direcionada a eventos
Muitos programadores foram ensinados a acreditar que a programação orientada a objeto é o projeto de programação perfeito e a não usarem nada mais. O Node utiliza o que é chamado de modelo de programação direcionado a eventos.
Esta é uma implementação completa de Olá mundo como um servidor HTTP em Node.js:
Mundo \ n ');.}) Ouvir (8000);. Consola log ("Server rodando em http://localhost:8000/');
O código a seguir é uma simples TCP servidor que escuta na porta 7000 e ecoa 'Olá' na conexão:
var net = require ('net');
net. createServer (function (stream) {
. fluxo de escrever ('Olá \ r \ n');
fluxo. on ('end', function () {
fluxo de final ('adeus \ r \ n').;
});
. fluxo de tubo (stream);
.}) Ouvir (7000);
Programação direcionada a evento no lado do cliente com jQuery
// jQuery code on the client-side showing how Event-Driven programming works
// When a button is pressed, an Event occurs - deal with it
// directly right here in an anonymous function, where all the
// necessary variables are present and can be referenced directly
$("#myButton").click(function(){
if ($("#myTextField").val() != $(this).val())
alert("Field must match button text");
});
O lado do servidor, na verdade, não é diferente do lado do cliente. Verdade, não é preciso pressionar botões, nem digitar em campos de texto, mas, em um nível mais alto, eventos estão ocorrendo. Uma conexão é feita — evento! Dados são recebidos pela conexão — evento! Dados param de chegar pela conexão — evento!
Por que este tipo de configuração é ideal para o Node? O JavaScript é uma excelente linguagem para programação direcionada a eventos, pois permite funções e fechamentos anônimos e, mais importante, a sintaxe é familiar para quase todos que alguma vez já programaram. As funções de callback que são chamadas quando um evento ocorre podem ser escritas no mesmo local onde você captura o evento. Portanto, é fácil de codificar, fácil de manter, sem estruturas orientadas a objetos complicadas, sem interfaces e sem potencial para excessos na arquitetura. Basta aguardar um evento, escrever uma função de callback e a programação direcionada a eventos toma conta de tudo!
Exemplo de aplicativo Node
Finalmente vamos ver algum código! Vamos juntar tudo o que discutimos e criar nosso primeiro aplicativo Node. Como vimos que o Node é ideal para tratar aplicativos com alto tráfego, vamos criar um aplicativo da Web muito simples, criado para oferecer velocidade máxima. Eis as especificações de nosso aplicativo de amostra transmitidas pelo "chefe": Criar uma API ReSTful geradora de números randômicos. O aplicativo deverá receber uma entrada, um parâmetro chamado "number". O aplicativo, a seguir, retornará um número randômico entre 0 e este parâmetro, e retornará o número gerado para o chamador. Como o "chefe" espera que esse aplicativo seja extremamente popular, ele deverá tratar 50.000 usuários simultâneos. Vamos ver o código:
Gerador de número randômico do Node
// these modules need to be imported in order to use them.
// Node has several modules. They are like any #include
// or import statement in other languages
var http = require("http");
var url = require("url");
// The most important line in any Node file. This function
// does the actual process of creating the server. Technically,
// Node tells the underlying operating system that whenever a
// connection is made, this particular callback function should be
// executed. Since we're creating a web service with REST API,
// we want an HTTP server, which requires the http variable
// we created in the lines above.
// Finally, you can see that the callback method receives a 'request'
// and 'response' object automatically. This should be familiar
// to any PHP or Java programmer.
http.createServer(function(request, response) {
// The response needs to handle all the headers, and the return codes
// These types of things are handled automatically in server programs
// like Apache and Tomcat, but Node requires everything to be done yourself
response.writeHead(200, {"Content-Type": "text/plain"});
// Here is some unique-looking code. This is how Node retrieves
// parameters passed in from client requests. The url module
// handles all these functions. The parse function
// deconstructs the URL, and places the query key-values in the
// query object. We can find the value for the "number" key
// by referencing it directly - the beauty of JavaScript.
var params = url.parse(request.url, true).query;
var input = param.number;
// These are the generic JavaScript methods that will create
// our random number that gets passed back to the caller
var numInput = new Number(input);
var numOutput = new Number(Math.random() * numInput).toFixed(0);
// Write the random number to response
response.write(numOutput);
// Node requires us to explicitly end this connection. This is because
// Node allows you to keep a connection open and pass data back and forth,
// though that advanced topic isn't discussed in this article.
response.end();
// When we create the server, we have to explicitly connect the HTTP server to
// a port. Standard HTTP port is 80, so we'll connect it to that one.
}).listen(80);
// Output a String to the console once the server starts up, letting us know everything
// starts up correctly
console.log("Random Number Generator Running...");
Iniciando esse aplicativo
Coloque o código acima em um arquivo chamado "random.js". Agora, para iniciar esse aplicativo e executá-lo (portanto, criar o servidor HTTP e aguardar conexões na porta 80), simplesmente execute o comando a seguir em seu prompt de comando: % node random.js. Eis o que se parecerá quando o servidor estiver em execução.
root@ubuntu:/home/moilanen/ws/mike# node random.js
Random Number Generator Running...
Acessando esse aplicativo
O aplicativo está em execução. O Node está aguardando conexões neste momento, então vamos testar o aplicativo. Como criamos uma API RESTful simples, podemos acessar o aplicativo usando nosso navegador. Digite o seguinte endereço (assegure-se de ter completado a etapa anterior): http://localhost/?number=27.
A janela de seu navegador mudará para um número aleatório entre 0 e 27. Pressione recarregar em seu navegador e obterá outro número randômico. E aí está, seu primeiro aplicativo Node!
Fonte: http://www.ibm.com/developerworks

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