<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>MXStudio &#187; Gerência de TI</title>
	<atom:link href="http://www.mxstudio.com.br/categoria/gerenciadeti/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.mxstudio.com.br</link>
	<description>Macromedia e Adobe - Artigos, colunas, tutorias e muito mais...</description>
	<lastBuildDate>Sun, 29 Jan 2012 11:31:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.3</generator>
		<item>
		<title>O uso profissional do Twitter</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/o-uso-profissional-do-twitter/</link>
		<comments>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/o-uso-profissional-do-twitter/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 19:09:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mxstudio.com.br/?p=5380</guid>
		<description><![CDATA[O Twitter, como a própria Internet, pode ser um remédio ou um veneno, depende da mistura das substâncias e da dose]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2></h2>
</div>
<div>
<blockquote><p><em>O Twitter, como a própria Internet, pode ser um  remédio ou um veneno, depende da mistura das substâncias e da dose – <a href="https://docs.google.com/Doc?docid=0AQv7qg2mm8UNZGZqanA0c3JfNDE5anNtZ3JoY3I&amp;hl=pt_BR">do  meu e-book de frases;</a><strong> </strong></em></p></blockquote>
<p><img src="http://learn.linkedin.com/wp-content/uploads/2009/11/pbandc.jpg" alt="" width="281" height="340" /></p>
<p>Bom, se você usa o Twitter para se divertir, beleza.</p>
<p>Pode dar um back, pois não é  para você este post.</p>
<p>Este é para quem visa gerar valor com o Twitter, redes de trocas para  ter reputação para comprar e vender, através dele.</p>
<p>É o meu caso.</p>
<p>Meu objetivo no Twitter é, antes de tudo, profissional.</p>
<p>Quero divulgar minhas ideias, ampliar minha reputação (a partir da  geração de valor real de quem me segue) e conseguir ampliar meu espaço  de venda de meus serviços: palestras, cursos, consultoria.</p>
<p>Obviamente, que isso é feito de uma forma, que esteja adequada ao  ambiente daquele meio, respeitando a ética, o bom senso e o diálogo  honesto com todos que estão ali.</p>
<p><img src="http://profy.com/wp-content/blogs.dir/1/files//2008/09/twitter-business-model.jpg" alt="" width="169" height="175" /></p>
<p>Dito isso, nesse processo tenho aprendido algumas regrinhas que se  mostram úteis e quero compartilhar.</p>
<p>A principal delas é uma questão que um amigo chama de “<em>timing e  position</em>“.</p>
<p>Ou seja, o que e quando.</p>
<p>Há que existir um balanço do que dizemos e quando.</p>
<p>Detesto aquelas sugestões que você deve ser outra pessoa para estar  no Twitter (um hábito entre os marqueteiros 1.0)</p>
<p>Esse marketing unidirecional, vazio, fake, enfumaçado é algo que pode  ficar de fora das redes sociais, pois a Internet veio trazer  transparência para uma civilização decadente.</p>
<p>Faz parte da auto-sobrevivência da Inteligência Coletiva, acredite,  ou não!</p>
<p><em>(O marketing é a exposição para a sociedade da marca e hoje a  marca deve ser repleta de significado e não de fingimento!) </em></p>
<p>O que vale é o diálogo e trazer a originalidade para as pessoas.</p>
<p>O que você viu por aí, que agrega, aquilo que você fez, ou pensou, ou  vai fazer que significa um a mais para quem o segue.</p>
<p><img src="http://www.gp2b.com/wp-content/uploads/2010/05/twitter_4_business.jpg" alt="" width="356" height="400" /></p>
<p>Ou seja, deve-se jogar luz aonde existe escuridão.</p>
<p>Quem repete o que já existe, cai no limbo, gera poluição.</p>
<blockquote>
<h2><em>E quem gera poluição e não significado perde seguidores, pois  todos querem filtros e não barulho!</em></h2>
</blockquote>
<p>Bom, aí vem o segundo aspecto.</p>
<p>O timing.</p>
<p>Uma coisa que fui aprendendo foi que <strong>não se deve usar o  Twitter sem um programador de mensagens.</strong></p>
<p>Você, às vezes, tem apenas 30 minutos na frente do computador e quer  mandar <strong>todas</strong> as mensagens ao mesmo tempo, poluindo a  tela dos outros.</p>
<p>Tsc, tsc…</p>
<p>A maioria das debandadas que tive de seguidores foram seguidas de  momentos como esse.</p>
<p>Santo mané!</p>
<p><em>(Note que a entrada e saída de seguidores faz parte do jogo, pois  é um refinamento de quem segue e é seguido pois a pessoa entra para “te  experimentar”, mas às vezes tem pessoas que não ficam, por causa do  excesso de mensagens e não pelo conteúdo que você apresenta. E isso pode  e deve ser evitado!)</em></p>
<p>Assim, comecei a usar o <a href="http://www.tweetdeck.com/">TweetDeck</a>,  que,  oferece, te dá a possibilidade de programar mensagens.</p>
<p><img title="twwtdeck" src="http://nepo.com.br/wp-content/uploads/2010/10/twwtdeck.jpg" alt="twwtdeck" width="493" height="131" /></p>
<p>Tenho respeitado um teto de 30 minutos entre cada uma delas,  repetindo algumas mais importantes entre os diferentes horários,  inclusive para o pessoal da noite e da madrugada.</p>
<p><img src="http://www.webandluxe.com/wp-content/uploads/2010/03/twitter-cash-facebook-font-vendre-business.jpg" alt="" width="385" height="385" /></p>
<p>Ainda estou avaliando, mas pude perceber que reduzi bastante a  debandada, me senti mais ecológico e pude, inclusive, em vários momentos  revisar coisas e reprogramar, conforme necessidade.</p>
<p>Acredito que assim respeito mais aquela ecologia digital.</p>
<p>Note que em alguns casos, não vale a programação para fatos e  situações atípicas, que o disparo automático é fundamental.</p>
<p>Mas no geral, no dia a dia, em 90% dos casos espaçar  mensagens é  fundamental.</p>
<p>Por enquanto é isso…</p>
<p>Quem sugere algo mais?</p>
<p>Que dizes?</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/o-uso-profissional-do-twitter/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O mito das redes sociais</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/o-mito-das-redes-sociais/</link>
		<comments>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/o-mito-das-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 17:09:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mxstudio.com.br/?p=5158</guid>
		<description><![CDATA[O termo “Redes Sociais”, que procura definir tudo que acontece hoje na Internet que não conseguimos explicar nessas ferramentas colaborativas (Facebooks, Twitters e agregados), está dando mais dor de cabeça do que sendo aspirina.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A maioria dos erros consiste apenas em que não aplicamos corretamente o nome às coisas – <strong>Espinosa - <a href="http://nepo.com.br/frases/">da coleção;</a></strong></p></blockquote>
<p><strong><img src="http://revistadeciframe.files.wordpress.com/2008/12/mito-criacao.jpg?w=350&amp;h=311" alt="" width="420" height="373" /></strong></p>
<p><em>(Post surgiu depois de um diálogo, ontem, com</em><a href="http://nepo.com.br/2010/09/13/dig-7-encontro-i/"><em> o pessoal da Dig7</em></a><em>)</em></p>
<p>Imaginamos as coisas como coisas.</p>
<p>E achamos que os conceitos sobre as coisas não importam.</p>
<p>Já que as coisas existem por elas mesmo, flutuando no espaço como um balão de festa junina.</p>
<p>As coisas, entretanto, só são, a partir dos conceitos que fazemos delas.</p>
<p>Há lentes.</p>
<p><img src="http://inusitatus.blogtv.uol.com.br/img/Image/Inusitatus/2007/Dezembro/nuvens_inusitadas.jpg" alt="" width="328" height="252" /></p>
<p>Conceitos bem fundamentados nos ajudam a definir melhor as coisas e vice-versa.</p>
<p>Quando não discutimos termos e conceitos, estamos aceitando algo que alguém definiu por nos e deixamos nossa lógica desligada.</p>
<blockquote><p>Aceito, mestre, os desígnios de sua (in) definição. <img src="http://nepo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif" alt=";)" /></p></blockquote>
<p>O termo “Redes Sociais”, que procura definir tudo que acontece hoje na Internet que não conseguimos explicar nessas ferramentas colaborativas (Facebooks, Twitters e agregados), está dando mais dor de cabeça do que sendo aspirina.</p>
<p>O que é um sintoma claro de um termo pouco trabalhado, pouco discutido, pouco pensado, sem lógica interna ou mesmo algo situado na história.</p>
<p>Ou seja, um samba do Steve Jobs doido!</p>
<p>“Rede social” é um termo a-histórico, pois fotografa algo em movimento.</p>
<p>Finge-se que é uma foto, mas é um filme que tem processo roteiro, ou início, meio e algum fim.</p>
<p>Só é possível entender tudo isso, a partir de um passado para se projetar o futuro, mas como temos pressa de pular do abismo, desde que seja com todo mundo, beleza! <img src="http://nepo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /></p>
<p>Pergunta-se, então, qual a diferença de uma rede social do Facebook e outra dos pescadores de siri em Arraial do Cabo?</p>
<p><img src="http://www.lets_talk_about_me.blogger.com.br/confusao_short.jpg" alt="" width="384" height="288" /></p>
<p>Uma é eletrônica, a distância,  e outra é presencial, localizada?</p>
<p>E a diferença entre as redes sociais de quem assiste a novela Passione da Globo e a rede social Orkut?</p>
<p>A do Orkut é interativa on-line e a outra não é?</p>
<p>Em função da confusão, começa-se a ser comum em altas rodas do senso comum dos especialistas – geralmente repetidores de verdades (ou verdades pouco trabalhadas)  importadas –  ver e ouvir a discussão:</p>
<blockquote><p><em>“Minha organização deve ou não deve entrar em redes sociais?”</em></p>
<p><em>“Não, ela já está nas redes sociais, você que não sabe!”.</em></p></blockquote>
<p>Caraca, se existe rede social que temos que entrar ou sair não estaríamos confundindo fenômenos sociais com ferramentas?</p>
<blockquote><p><em>“Vou sair agora dessa rede social dos celulares. Pronto, desliguei!”.</em></p>
<p><em>“Eu não, vou sair da rede social da Revista Caras, cancelei a assinatura. Tô irada”.</em></p></blockquote>
<p>Imagine em 1480, quando os papéis impressos (livros, jornais e panfletos) começaram a circular, o pessoal dizia:</p>
<p><em>“Lá vai aquele pessoal da Rede Social”.</em></p>
<p><em>“Como assim?”</em></p>
<p><img src="http://1.bp.blogspot.com/_9NMtVYKip4w/SlgJCaEVN-I/AAAAAAAAAIs/tHGRHD5eSyM/s400/confuso.jpg" alt="" width="387" height="480" /></p>
<p><em>“Ah tá, aquele pessoal que anda lendo papéis.” <img src="http://nepo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /></em></p>
<p>E imagina-se ainda lá em Roma, junto ao Papa, naqueles idos:</p>
<blockquote><p><em><strong>Papa:</strong></em><em> “Vou entrar ou não na rede social do papel impresso?”</em></p>
<p><em><strong>Assessor de marketing (para mídias impressas) papal:</strong></em><em> “Você já está, pois tem um panfleto que fala mal de você”.</em></p>
<p><em></em><em><strong>Papa: </strong></em><em>“Chamem mais especialistas! </em><em>Mandem estudar o assunto!</em><em>Faz um livro impresso aí só falando bem de mim”.</em></p></blockquote>
<p>O que era uma “Rede Social” minoritária, uma forma nova de receber e produzir informação (ideias no papel impresso) se espalhou na sociedade.</p>
<p>Ninguém é louco de falar que existe uma “Rede Social de quem lê livro”. Ou assiste televisão. Ou tem?</p>
<p>As “Redes Sociais de hoje” são a ponta do iceberg da nova sociedade.</p>
<p>Aquela (impressa) e a nova (digital interativa)  forma de trocar informação será o dia-a-dia da sociedade, dentro em breve (pelo menos a banda privilegiada que conseguir ter acesso à Internet).</p>
<p><img src="http://download.ultradownloads.uol.com.br/wallpaper/106910_Papel-de-Parede-Titanic-Afundando_800x600.jpg" alt="" width="461" height="346" /></p>
<p>Todas as instituições da sociedade vão migrar para esse modelo mais dinâmico e mais rápido de gerar Inteligência Coletiva e, mais adiante, valor.</p>
<p>E como vamos chamar isso se o que é minoria virar maioria?</p>
<p>Sociedade Digital Interativa?</p>
<p>Lembra aquela música do Caetano:</p>
<blockquote><p><em>“Não é o Rolling Stones que não cabe na Times Magazine, mas é a Time que não cabe no mundo dos Rolling Stones”.</em></p></blockquote>
<p>Quem não estiver conectado, será, então, o pessoal da Rede Social off-line, os ETs?</p>
<p>É o tipo do fenômeno que, quando absorvido, sumirá.</p>
<p>Teremos vergonha da nossa ignorância enrustida em arrogância e do tempo perdido nesse papo furado sem história.</p>
<p>E teremos que jogar fora os quilos de livros, papéis de seminários, palestras, cursos, pós-graduações que perdemos discutindo algo que vai virar pó rapidinho.</p>
<p>O problema é que até lá vai se gastar muito dinheiro para nada.</p>
<p><img src="http://blogols.com.br/wp-content/uploads/2008/07/blogols-janela-transferencia-renato-augusto-flamengo-lei-pele-thumb.jpg" alt="" width="396" height="303" /></p>
<p>E tem gente ganhando com a confusão.</p>
<p>E enfiando esse conceito meio – mouse, meio teclado – goela adentro dos incautos!</p>
<p>Aprofundar – sem afundar – é preciso!</p>
<p>Que dizes?</p>
<p><a href="http://nepo.com.br/2010/09/14/o-mito-das-redes-sociais/" target="_blank">Fonte: Nepo</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/o-mito-das-redes-sociais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A difícil missão do empresário de TI em conseguir um profissional inteligente emocionalmente</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/a-dificil-missao-do-empresario-de-ti-em-conseguir-um-profissional-inteligente-emocionalmente/</link>
		<comments>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/a-dificil-missao-do-empresario-de-ti-em-conseguir-um-profissional-inteligente-emocionalmente/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 17:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscylla</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mxstudio.com.br/?p=5028</guid>
		<description><![CDATA[Trabalho há 2 anos na área de comunicação online  e ao longo desse pequeno tempo de  experiência, venho percebendo o quanto a área que atuo é carente de bons profissionais, principalmente aqui no nordeste – especificamente em Natal/RN. Nos bancos acadêmicos as faculdades de comunicação social ainda estão voltadas para o tradicional. Sabemos que são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalho há 2 anos na área de comunicação online  e ao longo desse pequeno tempo de  experiência, venho percebendo o quanto a área que atuo é carente de bons profissionais, principalmente aqui no nordeste – especificamente em Natal/RN.</p>
<p>Nos bancos acadêmicos as faculdades de comunicação social ainda estão voltadas para o tradicional. Sabemos que são importantes as mídias de massa tradicional e que o aluno tem que ter a base de todas elas, mas e a comunicação digital que vem crescendo e com isso necessitando de bons profissionais, como fica? Na faculdade não existe ainda uma disciplina concreta para essa área, e os profissionais que hoje atuam na área estão fazendo uma junção do que aprenderam na faculdade e o que vem aprendendo e desenvolvendo na prática e vivencia deles próprios ou de outros profissionais.</p>
<p>Outra área bastante carente de profissionais comprometidos em fazer algo diferente, inovador e criativo é a área de desenvolvimento de projetos digitais – sites, portais e sistemas, ao qual atuo há 1 ano como diretora de conteúdo web e redatora. Como é difícil unir em um só profissional engajamento com a equipe, foco em resultados para os clientes e fidelidade para com a agência em que o mesmo trabalha – Como a cidade é bem pequena, vários profissionais circulam de empresa em empresa, divulgando o que acontece ou acontecia na agência, sem ética alguma – isso é preocupante, uma vez que muitas empresas têm uma forma x de trabalho e como os profissionais, na maioria, já passaram por todas as empresas, muitos deles, ficam com intrigas e “disse me disse” uns para com os outros – desvalorizando o trabalho da empresa em que um dia ele já atuou.</p>
<p>Outro problema também é: A coerência do trabalho com o salário pretendido. Muitos são ótimos, mas fogem a realidade salarial da cidade ao qual estão inseridos, outros são péssimos e querem receber salários que continuam fugindo da realidade do estado, e fiquem certos: Todos querem receber bem mais do que realmente merecem.</p>
<p>Aqui em Natal, o salário base dos profissionais de internet está em torno de 1200 reais – para programador e 900 reais para designer gráfico, porém todas as empresas de Natal que fazem esse serviço de desenvolvimento de sites, primeiro pagam aos profissionais recém chegados das faculdades ou recém chegados na empresa uma quantia que fica em metade deste valor que citei acima, ou seja, as empresas pagam pelo período de experiência de 3 meses,  em torno de 600 reais + vales transportes &#8211; para trabalhar de segunda à sábado, em horário comercial, e a medida que o profissional se destaca no trabalho, ele vai galgando aumento de salário – isso é regra nas agências de publicidade digital da capital potiguar.</p>
<p>Pois bem, tem muitos profissionais que não tem experiência alguma e se recusam a receber esse valor mencionado, que é a realidade do estado, por que tem a ilusão do mercado do sudeste, que paga é obvio, bem mais para um profissional da área. Porém, o que os profissionais natalenses se esquecem é que em São Paulo os profissionais têm mais estudo, mais cursos e mais experiências, já aqui em Natal as faculdades são poucas, não existe pós-graduação na área e os cursos técnicos ainda são escassos, muitos profissionais daqui não tem experiência na área e quando uma empresa tenta apostar neste profissional – mesmo com todos os contras que citei acima, oferecendo emprego e renda, eles se recusam por que acham o valor pouco – eu digo: não é pouco, é o justo para quem ainda está aprendendo e é o justo para quem já tem experiência na área, mas ainda não tem experiência na empresa – Os profissionais tem enormes chances de receber um excelente salário, mas para isso é preciso primeiro descer do salto, ter humildade de quem ainda está aprendendo, não trabalhou em empresa alguma e acabou de sair de um curso; pois sem humildade, tenham certeza que terá outro profissional na mesma condição que a sua, porém com um nível de maturidade bem maior que o seu – fica o ditado: “Mas vale um pássaro nas mãos do que dois voando” A famosa Geração Y é bem esperta, mas ainda tem muito o que aprender com os mais velhos”.</p>
<p>Fonte:<a href="http://marketingdigitalenovasmidias.blogspot.com/" target="_blank"> tendências de marketing digital e redes sociais na web 2.0</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/a-dificil-missao-do-empresario-de-ti-em-conseguir-um-profissional-inteligente-emocionalmente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Empreendedorismo – Parte 3/4</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/empreendedorismo-%e2%80%93-parte-34/</link>
		<comments>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/empreendedorismo-%e2%80%93-parte-34/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 18:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mxstudio.com.br/?p=4803</guid>
		<description><![CDATA[Vimos que o “quadrado mágico do empreendedorismo” é composto por: ideia, projeto, pessoas e dinheiro. Destes quatro conceitos, existe um que você precisa pensar com muito carinho, pois é a partir dele que o seu longo prazo se desenvolverá. Sim, falo das PESSOAS. Se você já lê este blog há algum tempo, deve perceber como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vimos que o “quadrado mágico do empreendedorismo” é composto por: ideia,  projeto, pessoas e dinheiro. Destes quatro conceitos, existe um que  você precisa pensar com muito carinho, pois é a partir dele que o seu  longo prazo se desenvolverá. Sim, falo das PESSOAS.</p>
<p><a href="http://www.mxstudio.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Office-Cast-2009-the-office-4837130-1600-1200.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4804" title="Office-Cast-2009-the-office-4837130-1600-1200" src="http://www.mxstudio.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Office-Cast-2009-the-office-4837130-1600-1200.jpg" alt="" width="455" height="296" /></a></p>
<p>Se você já lê este blog há algum tempo, deve perceber como ele é  praticamente todo orientado a construção de resultados através das  pessoas. Mas será que podemos usar as mesmas iniciativas quando estamos  começando uma empresa?</p>
<p>Você pode ter uma grande ideia. Pode ter  dinheiro para investir nela. Pode ter um projeto de longo prazo. Mas se  não tiver pessoas para realizar tudo isso, de nada adiantará. Essa é uma  máxima um tanto óbvia. Porém, se você pensar bem, poderá questionar: “E  as pessoas desmotivadas, realizam tudo isso?”.</p>
<p>Nenhum empreendedor começa um projeto sem pessoas envolvidas. Não,  não estou falando de colaboradores. Mas de todo “ecossistema” que nos  rodeia: clientes, sócios, colaboradores, parceiros, colegas, amigos… e é  por isso que, a primeira coisa que um empreendedor deve ter em mente é:  NETWORKING.</p>
<p>Saber fazer um bom networking, hoje em dia, não requer muito esforço.  A internet está aí para auxiliar a todos! Você pode usar seus colegas  de educação e cursos, como faculdade, pós-graduação, cursos, workshops.  Pode usar contatos profissionais através de redes sociais genéricas,  como Orkut e Facebook. Ou ainda pode buscar redes sociais mais  específicas, como as redes do Ning de revistas como Você S/A, Exame,  Exame PME. E ainda o LinkedIN.</p>
<p>E eu nem pensei muito para sugerir isso. Se você procurar, encontrará  fóruns de discussão sobre empreendedorismo, sobre tecnologia,  administração, etc. além dos diversos blogs e revistas especializadas.  Enfim, hoje em dia só não faz networking quem realmente não quer (e  precisa não querer mesmo!).</p>
<p>Ainda sobre pessoas, vou discorrer um pouco sobre alguns itens que você precisa lembrar quando pensa em empreender.</p>
<p><strong>Liderança</strong></p>
<p>A primeira coisa que nós aprendemos quando criamos um negócio  próprio, é que não existe ninguém mais acima de nós (ok, a menos que  você seja religioso – Deus -  ou fatalista – o governo). Portanto,  qualquer decisão que tenha que ser tomada, você será a última instância.  Todas as pessoas enxergarão a sua empresa olhando para você!</p>
<p>Sendo assim, como você se enxerga como líder? Isso é muito importante  de pensar. Sua empresa será construída com base na sua atitude como  líder. Se você for alguém que enxerga o líder como “alguém que manda”,  sua empresa acabará tendo uma veia autocrática. Se você for um líder  “servidor”, isso também se refletirá na sua empresa. Como? Ora, você  acabará, inconscientemente, contratando pessoas que você simpatize, que  estejam próximas ao seu perfil.</p>
<p>Mas lembre-se: em uma empresa onde todos concordam, apenas um é  necessário. Trazer pessoas com mentalidades e experiências diferentes  pode ser uma excelente iniciativa. Pessoas com mentalidades e  experiências diferentes, mas com valores iguais, são raras. Mas existem.</p>
<p>A tomada de decisão não precisa ser autocrática nem democrática. O  meio termo  é interessante neste caso. Afinal, é a SUA empresa, no final  das contas. Depois não vai adiantar você apontar para seus  colaboradores e “dividir” a culpa pelo fracasso com eles. Mas, como já  vimos no capítulo das ideias, ouvir opiniões é sempre muito importante.  Suas decisões afetam a todos da empresa, portanto não seja orgulhoso e  egoista a ponto de estar acima do bem e do mal.</p>
<p><strong>Motivação e clima</strong></p>
<p>Se você ler o livro “Start up” (se não leu, leia!), verá que um dos  comentários recorrentes dos entrevistados é das pessoas comentando da  saudade que eles tem da época em que a empresa era uma mera start up.  Não há dúvidas de que o começo é sempre mais divertido.</p>
<p>O motivo é óbvio: no começo, tudo é caótico e improvisado. E todos  gostam! Não existem formulários, relatórios, reuniões excessivas,  avaliação de performance, processos, procedimentos, manuais e outras  burocracias comuns de empresas que começam a crescer.</p>
<p>A burocracia (no sentido de burrocracia) costuma matar muitas  empresas, pois corroi as pessoas que lá trabalham. O clima divertido,  criativo e caótico, antes existente, agora se tornam formal e rígido.  Mesmo que para os donos não pareça.</p>
<p>Aliás, os próprios empreendedores acabam mudando também. Precisam  delegar com mais frequência, e com isso se protegem criando relatórios e  reuniões. Se afastam das pessoas para cuidar de coisas “mais  importantes”. Você, certamente, conhece ou já trabalhou em alguma  empresa assim, não é?</p>
<p>Uma startup é um atrativo para muita gente. Principalmente quem  abraça a aventura na mesma paixão que o empreendedor. Que tal lutar para  manter esse clima pelo máximo de tempo possível? Ninguém melhor do que o  dono para ser o porta-voz da manutenção dessa atitude na empresa.</p>
<p>Lembre-se que isso irá afetar diretamente a motivação (e  consequentemente a produtividade) dos seus colaboradores. Esteja sempre  aberto para as mudanças. Mas mude com responsabilidade. Como nos métodos  ágeis: só mude, se isso gerar um valor claro.</p>
<p><strong>Sócios</strong></p>
<p>Este é, talvez, um dos assuntos mais complicados de todos. Os  brasileiros costumam ter a cultura de só empreender com algum sócio.  Talvez sintam a necessidade de compartilhar o projeto com alguém. Ou  talvez acabe sendo por necessidade mesmo. Mas normalmente esquecem que o  sócio é uma outra pessoa. Normalmente bem diferente.</p>
<p>Imagine as empresas familiares. Agora tente lembrar de quantas vocês  conhecem que dão problemas devido aos sócios (irmãos, pai e filho, etc).  Ora, se os problemas entre sócios acontecem entre pessoas do mesmo  sangue e da mesma educação, o que dizer de amigos ou conhecidos?</p>
<p>Os sócios dividem as responsabilidades e despesas, é verdade. Mas  também dividem os lucros e dividendos. Muitas pessoas só pensam nos  sócios no período em que tem que gastar. Então basta a empresa gerar  lucros, para acontecerem os questionamentos comuns. Dois deles:</p>
<p>a) “Por que eu tenho que dividir 50/50 com o meu sócio, se EU trabalho mais do que ele?”</p>
<p>b) “Por que meu sócio insiste no projeto X, se é óbvio que a minha ideia do projeto Y será mais rentável?”</p>
<p>O caso (a) é mais comum do que se parece. E o pior é que normalmente  os sócios esquecem que acertaram as coisas dessa forma. A pessoa que  ficou responsável pela parte operacional, acaba achando que trabalha  mais do que aquela pessoa que ficou com a parte de vendas e marketing,  por exemplo. E as relações iniciam um processo de deterioração que são  sucedidos por ironias, desentendimentos, brigas e, por fim, dissolução  da sociedade (normalmente seguido de ações na justiça).</p>
<p>O caso (b) apresenta um problema comum no crescimento da empresa. Se  no início ambos trabalharam na mesma ideia, com o crescimento cada um  vai ter ideias diferentes para os rumos a serem seguidos. E como  resolver isso, caso algum dos sócios tenha uma personalidade mais forte?</p>
<p>Sou contra a ideia de ter sócios, então? Não. Mas eu acho que é preciso ter bom-senso. Muito bom-senso.</p>
<p>Uma máxima que existe diz que um sócio deve complementar o outro. Eu  acredito nisso. Uma sociedade precisa ter pessoas que se completem para  transformar aquela ideia em um projeto de sucesso. Portanto, se você for  bom em vendas, procure alguém bom na parte técnica. E assim por diante.</p>
<p>Procure alguém que você conheça, de preferência que você já tenha  convivido ou trabalhado anteriormente. Conhecer essa pessoa no dia-a-dia  é muito importante.</p>
<p>E tente deixar claro, de preferência no papel, as atribuições de cada  um e, principalmente, as ações que serão tomadas caso a empresa não dê  certo. Essas definições são importantes! E se forem decididas no início,  quando todos estão ainda com ideias homogeneas, tudo será mais fácil. É  o passo para, se houver uma dissolução da sociedade, que ela ocorra sem  traumas.</p>
<p>Não cometa, portanto, o erro de procurar um sócio para dividir as  despesas. Aliás, se possível, tente levar o seu projeto sozinho. Faça o  uso do seu networking para dividir problemas e decisões, se for o caso.</p>
<p><strong>Colaboradores</strong></p>
<p>Sejamos sinceros: você vive no Brasil. Este é um dos piores países  para se empreender, no mundo. Para cada lei que dá uma pequena força aos  empresários, surgem pelo menos 10 outras leis que beneficiam os  trabalhadores e oneram os empresários.</p>
<p>Um grande dilema que estou vivendo, atualmente, é como contratar.  Vejam, estou começando a empresa. Preciso de pelo menos duas pessoas  para me ajudar no projeto. Pretendo pagar um salário razoável,  condizente com o contexto.</p>
<p>Mas coloco no papel e vejo o seguinte:</p>
<p>a) Estágio. A forma mais barata. Porém, a nova lei diz que uma  empresa só pode ter um estagiário se tiver um funcionário ao menos. E só  pode contratar outro estagiário, quando tiver pelo menos cinco  funcionários. Pela lei, estou proibido de ter estagiários para iniciar o  meu projeto.</p>
<p>b) CLT. A forma mais justa. Porém, mais cara. Uma empresa que está  começando e que precisa conter ao máximo os gastos para sobreviver no  primeiro ano, não pode se dar ao luxo de pagar mais 100% do valor do  salário, ao colaborador. Isto é, quanto maior o salário que o  empreendedor resolver pagar ao seu colaborador, maiores serão as taxas. E  se o projeto não der certo e ele tiver que fechar, novamente será  onerado.</p>
<p>c) Terceirização. A forma mais prática. Paga-se um valor ao  colaborador, e ele quem toma as ações para pagar os impostos. É, talvez,  a forma mais justa de trabalhar. Porém, o governo aperta o certo contra  isso, pois sai perdendo. O governo tem olho grande, e cria várias leis  para inibir essa prática. Um colaborador mal-intencionado pode, agora,  pleitear na justiça que trabalhava como CLT na verdade. E o empreendedor  se quebra, novamente.</p>
<p>Enfim, tenha a certeza que você gastará a maior parte do seu  investimento nas pessoas. Isso não seria ruim se não fosse pelo fato de  que você gastará boa parte deste investimento com todo ecossistema que  está além do seu colaborador. É realmente uma pena que isso aconteça.</p>
<p>Bom, mas digamos que você conseguiu encontrar a melhor forma de  contratação. Como você fará a seleção? Buscará pessoas mais técnicas?  Mais entusiasmadas? Mais criativas? Isso deve estar alinhado com o que  você pensa para o seu projeto.</p>
<p>Não importa a área de conhecimento da pessoa. O que você deve  considerar MESMO é se essa pessoa tem ATITUDE. Lembre-se, você está  começando a sua empresa! Você precisa de alguém que tenha o mesmo fogo e  paixão que você. Até mesmo alguém que você possa se apoiar, caso algo  não saia como o esperado (e isso vai acontecer!).</p>
<p>Use todo o tempo que você puder para selecionar os felizardos que  irão trabalhar em seu projeto. E os municie de tal forma que eles se  sintam parte do todo. Essas pessoas que começam com você serão as mais  importantes que você terá, no longo prazo. Serão elas quem o ajudarão a  construir a sua empresa. Será que você será reconhecido pela qualidade?  Pela presteza no atendimento? Pela inovação?</p>
<p>Não economize nas pessoas. Escolha pessoas que você sinta que podem  oferecer muito. E invista nelas. Invista MESMO. Não só com dinheiro, mas  com conhecimento.</p>
<p>Lembre-se do feedback também. Você será pequeno no começo, então  poderá incentivar ou corrigir algum problema com seus colaboradores, no  ato.</p>
<p>Um dos grandes desafios que você terá é descobrir o tamanho mínimo  ideal para sua empresa funcionar. Foque em uma organização “lean” e, se  possível, NÃO CRESÇA! A menos que isso traga benefícios reais. Quanto  maior o número de pessoas, mais complexo se torna o ambiente. Essa  agilidade que sua empresa startup proporciona, no início, deve ser  buscada sempre. Lembre-se disso.</p>
<p><strong>Clientes</strong></p>
<p>Se você não atender bem seus clientes, eles irão embora. Ponto.</p>
<p>Se você não escutar os seus clientes, então seu serviço não agregará valor suficiente. Ponto.</p>
<p>Se você não for transparente com seus clientes, sua relação com eles será uma mentira. Ponto.</p>
<p>É sempre bom começar com frases de impacto. Mas acho que é melhor ser  cru e direto quando se trata de clientes. Porque todos nós já fomos  funcionários e tivemos que lidar com clientes que pareciam chatos. Já  recebemos ordens “lá de cima” para fazer coisas que achávamos idiotas  para os clientes que nem conhecíamos.</p>
<p>E tudo isso nos fez criar uma certa aversão de clientes. Ainda mais de mudanças de clientes.</p>
<p>Como empreendedores caberá a nós esquecermos completamente desse  pesadelo do passado. Clientes são bons, mesmo quando são ruins! Ok, a  não ser que o cliente seja realmente ruim, a ponto de você praticamente  parar toda empresa para atendê-lo, talvez você possa reconsiderar essa  frase.</p>
<p>Não importa qual é o seu projeto, você precisará atender necessidades  dos seus clientes. E quem detém a informação essencial? Eles, oras.  Logo, é da sua responsabilidade garantir que as mudanças sugeridas pelos  seus clientes são realmente benéficas para eles, atendendo seus pedidos  sempre que forem. Caso não sejam, seja transparente com eles. Mostre e  comprove como aquilo não será útil.</p>
<p>Um bom atendimento ao cliente, hoje em dia, é essencial para  mantê-los. E isso não significa apenas responder rapidamente. Mas sim,  ser também eficiente e atencioso. O cliente está investindo capital dele  no seu projeto, acreditando que terá uma necessidade atendida. Ele  poderia muito bem investir esse dinheiro em outra pessoa, mas escolheu  você! Qual é o motivo para você tratá-lo mal?</p>
<p>Aliás, caso você ainda não tenha sido apresentado à web 2.0,  lembre-se que sua imagem pode ser destruida com apenas um cliente  mal-atendido. Se você não acredita, pesquise um pouco em redes sociais  como Orkut, sobre aquela câmera “tudo-em-um” chamada Tekpix, e meça  rapidamente o grau de satisfação dos clientes. Ou então no Twitter,  busque por marcas de empresas de telefonia. A não ser que seu serviço  seja tão essencial a ponto de que mesmo clientes insatisfeitos ainda o  utilizem, não se dê ao luxo de tratá-los mal.</p>
<p>E mais do que tudo: conscientize seu pessoal da importância dos  clientes para a empresa. Talvez isso seja a coisa mais importante e mais  difícil a ser feita. Mas não desista: não é impossível.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Com certeza esse será o maior capítulo dessa saga de  “Empreendedorismo”. É comum os empreendedores esquecerem a importância  das pessoas para a sua empresa. Conhecemos muitos casos onde isso é  evidenciado, mas, felizmente, conhecemos casos onde o oposto ocorre  também.</p>
<p>Saber escolher e valorizar seus colaboradores, escolher BEM o seu  sócio – se for o caso, conhecer o seu perfil de liderança, manter um  networking ativo e entender e atender bem o seus clientes são de extrema  importância para o futuro da sua empresa.</p>
<p>Mas ainda existe mais um vértice que precisa ser considerado. Ele é o  “óleo” que faz as engrenagens funcionarem corretamente. Estamos falando  dos recursos financeiros… ou o dinheiro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/empreendedorismo-%e2%80%93-parte-34/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gestão da colaboração 2.0</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/gestao-da-colaboracao-2-0/</link>
		<comments>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/gestao-da-colaboracao-2-0/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 14:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mxstudio.com.br/?p=4721</guid>
		<description><![CDATA[Num mundo que se move a terabites por segundo, não serão os maiores que engolirão os menores, mas os mais rápidos que engolirão os mais lentos – Benito Paret – da minha coleção de frases; (Reflexões após o Wikishop que coordenei  ontem na Petrobras) De tempos em tempos, mudanças na sociedade nos obrigam a rever [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Num mundo que se move a terabites por segundo, não  serão os maiores que engolirão os menores, mas os mais rápidos que  engolirão os mais lentos – <strong>Benito Paret</strong> – <a href="http://nepo.com.br/frases/">da minha coleção de frases;</a></em></p>
<p><em>(Reflexões após o Wikishop que coordenei  ontem na Petrobras)</em></p></blockquote>
<h2><img src="http://cafufpr.files.wordpress.com/2009/06/trabalho1.jpg" alt="" width="451" height="326" /></h2>
<p>De tempos em tempos, mudanças na sociedade nos obrigam a rever conceitos e palavras, pois eles estavam imersos em uma realidade e ficaram obsoletos.</p>
<p>Ou seja, nossa maneira de pensar sobre o mundo está baseada em filosofias e teorias, que são resumidas em conceitos.</p>
<p>Há uma clara contradição entre os termos colaborar e trabalhar hoje em dia.</p>
<p><em>(A ideia de revisar o conceito de colaboração </em><a href="http://nepo.com.br/2009/03/20/a-intranet-do-hsbc/"><em>veio do pessoal da HSBC</em></a><em>, ao implantarem a Intranet 2.0 deles.)</em></p>
<p>Assim, temos hoje uma contradição entre trabalhar e colaborar.</p>
<p><img src="http://www.zaroio.com.br/i/o/20060208105103.jpg" alt="" width="462" height="572" /></p>
<p>Vejamos o que diz o dicionário:</p>
<h2>Do Houaiss:</h2>
<blockquote><p><strong>Colaborar</strong></p>
<p>verbo</p>
<p>transitivo indireto e intransitivo</p>
<p>1 trabalhar com uma ou mais pessoas numa obra; cooperar, participar</p>
<p><img src="http://1.bp.blogspot.com/_CY628ty-pRw/SirzpiP2koI/AAAAAAAAA04/ll7U-EiEov0/s400/piramide.jpg" alt="" width="315" height="480" /></p>
<p><strong>Trabalhar:</strong></p>
<blockquote><p>n verbo</p>
<p>intransitivo</p>
<p>1 ocupar-se em algum ofício, profissão ou atividade</p>
<p>Ex.: trabalha no comércio</p>
<p>transitivo indireto e intransitivo</p>
<p>2 (sXIII)</p>
<p>empenhar-se, esforçar-se para executar ou alcançar alguma coisa; empregar diligência e trabalho</p>
<p>Ex.: &lt;trabalhou sem descanso na redação do projeto&gt; &lt;os homens, por mais que trabalhem, não conseguem paz&gt;</p>
<p>transitivo direto</p>
<p>3 dar trabalho a; fatigar com trabalho</p>
<p>Ex.: trabalhou bastante os empregados para encurtar a empreitada</p>
<p>intransitivo</p>
<p>4 realizar suas atividades; estar em funcionamento; mover-se, funcionar</p>
<p>Ex.: o relógio deixara de t.</p>
<p>transitivo direto</p>
<p>5 pôr em obra; lavrar, manipular</p>
<p>Ex.: &lt;t. o mármore&gt; &lt;t. um metal&gt; &lt;t. a madeira&gt;</p>
<p>transitivo direto</p>
<p>6 preparar (o solo) para cultivo agrícola; arrotear</p>
<p>Ex.: t. a terra</p>
<p>transitivo direto</p>
<p>8 desenvolver ação sobre; atuar</p>
<p>Ex.: sobre o animal morto trabalhavam os agentes da decomposição</p>
<p>transitivo direto</p>
<p>9 (sXIV)</p>
<p>executar ou preparar com esmero</p>
<p>Ex.: t. uma tese, um discurso</p>
<p>transitivo indireto</p>
<p>10 colaborar, contribuir para</p>
<p>Ex.: tudo parecia t. para a sua infelicidade</p>
<p>transitivo direto</p>
<p>14 Regionalismo: Brasil.</p>
<p>comportar-se como; agir, atuar</p></blockquote>
</blockquote>
<p>Nas duas definições, pode se concluir que trabalho é individual, como era o do artesão, antigamente.</p>
<p>E colaboração é coletiva.</p>
<p><img src="http://media-2.web.britannica.com/eb-media/41/78141-004-34FADC8B.jpg" alt="" width="369" height="540" /></p>
<p>Trabalho sozinho.</p>
<p>Co-laboro – eu e mais gente.</p>
<p>Dessa maneira, acordo cedo para trabalhar, fazer a minha parte, resolver o que me cabe nesse latifúndio.</p>
<p>E alguém lá da empresa, de um determinado departamento chato qualquer, diz que deveríamos compartilhar mais o que fazemos.</p>
<p>Saco.</p>
<p>E aí falam que é preciso “co-laborar”.</p>
<p>Ou seja, nós vivemos do trabalho (individual) e é isso que esperam de nós.</p>
<p>E, se der, podemos dar uma força, de forma voluntária, para a galera, vamos “colaborar” algo extra, voluntário, que precisam me convencer, talvez aumentar meu salário.</p>
<p>Portanto, foram as próprias organizações que incutiram – e continuam – de que trabalho é compulsório e colaboração voluntária.</p>
<p>Como se fosse possível hoje se trabalhar sozinho e não em grupo.</p>
<p>Um projeto 2.0, portanto,  introduz a <strong>colaboração compulsória</strong>, (e sem dor)  como veremos adiante.</p>
<p>Por que isso?</p>
<p>As empresas cresceram, tornaram-se complexas e a ideia de trabalho individual, como está no dicionário, é reduzida, pois há uma interdependência cada vez maior.</p>
<p>É uma visão cartesiana que não cabe no mundo Internetiano complexo.</p>
<p>Não é à toa que o termo vem do século XIX:</p>
<p><em>regr. de trabalhar; ver trabalh-; f.hist. sXIII traball’, sXIII traballo, sXIV trabalho, sXV trebelho, 1899 travalho</em></p>
<p><em><img src="http://www.contabileonline.com.br/media/folhas.jpg" alt="" width="436" height="385" /></em></p>
<p>Além disso, trabalhar antigamente estava basicamente ligado à produção de coisas físicas, bens materiais, roupas, utensílios, preparação de comida.</p>
<p>As pessoas aprendiam, de boca, e se relacionavam com essa produção, guardando as coisas na memória.</p>
<p>Passamos a armazenar tudo nos livros e depois nos computadores.</p>
<p>E a produzir cada vez mais serviços e bens intangíveis.</p>
<p>E hoje empresas trabalham praticamente todas em computadores.</p>
<p>- 98% do tempo de 98% das pessoas que trabalham nas empresas fazem exatamente o que?</p>
<p>Produzem documentos digitais, impressos, ou não.</p>
<p>Sim, todos nós ao sermos perguntados pelos nossos filhos, devemos ser sinceros:</p>
<blockquote><p><em>“Papai /mamãe fazem documentos digitais”.</em></p></blockquote>
<p>A diferença de cada trabalho é o  tipo de documento digital que se produz.</p>
<p>Planilha? Documento texto? Apresentações? Gráficos?</p>
<blockquote>
<h2>Diga o que salvas e te direi quem és!</h2>
</blockquote>
<p>Assim, trabalhar hoje é basicamente produzir documentos digitais.</p>
<p>As pessoas são pagas, assim, para encher os computadores de bytes para que –  bem articulados com suas atividades –  estes bytes organizados possam agregar valor à sociedade e – só então – gerar recursos, motivação, lucros para quem os produz.</p>
<blockquote></blockquote>
<p><img src="http://www.asfinanz.ch/media/img/steuern.jpg" alt="" width="367" height="405" /></p>
<p>Quanto melhor, mais rápida, mais barata, menos repetitiva, mais inteligente, eficaz, inovadora, mutante, relacional for a produção destes documentos digitais melhor uma empresa estará dentro do mercado.</p>
<p>Ao pensarmos, então, em projetos colaborativos  estamos falando em melhorar a forma de como as pessoas armazenam seus documentos e como os outros, depois de salvos, se relacionam com eles.</p>
<p>A raiz, assim, de um projeto de empresa 2.0 colaborativa, é,  basicamente, a criação de bases de dados, nas quais estes documentos serão salvos, compartilhados, melhorados, incorporados de novos atributos.</p>
<p>É isso que a Internet tem trazido de bom para a humanidade.</p>
<p>E é por causa dessas bases de dados colaborativas que ela consegue se administrar, vide Google.</p>
<p>Ou seja, usar os <strong>recursos colaborativos na base de dados dos  documentos</strong> (prática comum na Web)<strong> </strong>para dar um salto de qualidade nas empresas.</p>
<p>Nada mais que isso!</p>
<p>O resto vem depois, na aba, comunicação através de blogs, twitters, MSNs, etc.</p>
<p>Hoje, os documentos são armazenados em nichos, ou no HD do cidadão/cidadã ou no diretório de um dado departamento.</p>
<p><a href="http://nepo.com.br/2008/11/21/cabeca-de-hd/">Temos cabeça de HD.</a><br />
<img src="http://1.bp.blogspot.com/_JDfB0UhusV0/SzVyzDdJrgI/AAAAAAAADcQ/_CKRgEBEWPE/s400/hd-cabeca.jpg" alt="" width="480" height="328" /></p>
<p>Essa prática espelha a visão do trabalho antiga da “eu-laboração” dentro de uma determinada “eu-quipe”.</p>
<p>Assim, uma empresa 2.0 começa justamente mudando essa maneira de trabalhar.</p>
<p>Vou deixar claro, então:</p>
<ul>
<li>Uma empresa 2.0 vem para mudar a forma de trabalho;</li>
<li>Uma empresa 2.0 vem para mudar, principalmente, como e onde salvamos nossos documentos;</li>
<li>Uma empresa 2.0 vem para mudar a forma como os outros se relacionam com estes documentos depois de salvos.</li>
</ul>
<p>Ponto final!</p>
<p>Mudar a forma de salvar e de nos relacionarmos com os documentos, utilizando ferramentas 2.0, enfim, é a grande revolução na maneira de operar as organizações!!!</p>
<p><em>(O que nos faz repensar esse blá-blá-blá de gestão de conhecimento, de informação, de qualidade, que ficam girando como moscas em cima de um pão de padaria velho. </em><em>Geram fumaça para não fazer mudanças.)</em></p>
<p><em><br />
<img src="http://www.programaslivres.net/blog/wp-content/uploads/2007/04/wiki-escolabr.jpg" alt="" width="501" height="391" /></em></p>
<p>Portanto, um projeto 2.0 em uma empresa tem um lado voluntário e outro involuntário.</p>
<p>O involuntário é o mais fácil e gera ECONOMIAS E LUCROS incomensuráveis para qualquer organização.</p>
<p>O presidente da empresa manda todos os seus diretores, que mandam seus gerentes que mandam seus coordenadores implantarem bases de dados colaborativas em toda a empresa.</p>
<p>Ou seja, passa a ser lei, norma, regra, que todos os documentos pasem a:</p>
<ul>
<li>ser salvos em um ambiente web, Intranet;</li>
<li>em repositórios 2.0 que permitem,  comentários, notas, tagueamento, votos, etc;</li>
<li>tendo em cima de tudo uma poderosa ferramenta de busca;</li>
<li>E o conceito de agregar diferentes informações, através de RSSs.</li>
</ul>
<p>Tudo que está sendo feito pela garotada na Web que, nós, adultos temos a empáfia e a pouca humildade de aceitar.</p>
<p>Com isso, documentos perdidos e sem reputação passam a receber indicadores da comunidade, que ao clicar já está informando algo para todos.</p>
<p>Ou seja, a pessoa colabora apenas salvando e clicando no documento dos outros!!</p>
<p>Valor agregado mais do que agregado.</p>
<p>Que economia do capeta!!!</p>
<p>Custo disso, só rindo….<br />
<img src="http://3.bp.blogspot.com/_bdPGlFWxp1Y/Ssx_TDmIsEI/AAAAAAAACbU/bUwE5Ph4WTQ/s400/diabo.jpg" alt="" width="480" height="360" /></p>
<p>Os documentos 2.0 são passíveis, assim, de registro coletivo de todos que o acessam, baixam, comentam, tagueiam.</p>
<p>Em pouco tempo, a sombra documental (do que se quer e não se acha) vai diminuindo, todos começam a achar experiência dos outros na Intranet, o tempo do trabalho repetitivo vai caindo e vai se produzindo em menos tempo documentos com mais qualidade.</p>
<p>E trabalhando mais e melhor.</p>
<p>Bingo!</p>
<p>Fez-se o paraíso da gestão do conhecimento, da informação e da qualidade, com uma canetada!</p>
<p>Depois, estimula-se que – com o tempo que vai começar a sobrar com menos trabalho burro – que as pessoas comecem a rever mais e mais processos.</p>
<p>Inteligência chama inteligência!</p>
<p>Cai o tempo da burrice repetitiva e aumenta-se da inteligência inovadora!!!</p>
<p>Medição final de qualquer projeto 2.0.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.uol.com.br/12303/Flor%20brotando%20do%20gelo.jpg" alt="" width="336" height="252" /></p>
<p>E pode-se, então, introduzir projetos de colaboração voluntária para gerar ainda mais conhecimento de qualidade, através de comunicação, tipos blogs, fórums, etc.</p>
<p>As pessoas terão mais tempo para isso, pois cada vez estarão trabalhando com a parte mais nobre de seus cérebros!</p>
<p>Ou seja, aqui todos publicam em ambientes colaborativos – teremos:</p>
<ul>
<li>As pessoas clicam e baixam e mostram, involuntariamente,  o que é relevante: 100% de adesão;</li>
<li>As pessoas comentam, votam, tagueiam – de 30 a 40% de adesão, uma média no meu olhômetro;</li>
<li>As pessoas incluem posts em blogs, criam documentos colaborativos, etc – 20% de adesão, também no meu olhômetro.</li>
</ul>
<p>Um projeto como esse em qualquer empresa é quase como a descoberta de um Pré-sal.</p>
<p>Economiza-se uma fábula, tira qualquer uma da lama, torna inovadora até uma produtora de pregos, tornando qualquer organização  mais preparada para um mercado cada vez mais complexo.</p>
<p>Problemas de vergonha, ego, nichos, resistências são tratadas como sempre foram, na conversa, treinamento, disciplina, etc…</p>
<p>E isso se resume a um projeto de empresa 2.0.</p>
<p>Que dizes?</p>
<p><a href="http://nepo.com.br/2010/07/15/gestao-da-colaboracao-2-0/" target="_blank">Fonte: Blog do Nepo</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/gestao-da-colaboracao-2-0/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Empreendedorismo – Parte 2/4</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/empreendedorismo-%e2%80%93-parte-24/</link>
		<comments>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/empreendedorismo-%e2%80%93-parte-24/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 20:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mxstudio.com.br/?p=4716</guid>
		<description><![CDATA[Lembro que este artigo é uma reflexão minha sobre empreendedorismo, com base em minhas crenças, valores e ideias que li e vivenciei. Sinta-se à vontade para discordar. Vimos que o “coração” do empreendedorismo é a ideia. Ela é o embrião que nos faz inovar ou inventar. Também discutimos que somente a ideia não traz resultados. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro que este artigo é uma reflexão minha sobre empreendedorismo, com base em minhas crenças, valores e ideias que li e vivenciei. Sinta-se à vontade para discordar.</p>
<p>Vimos que o “coração” do empreendedorismo é a ideia. Ela é o embrião que nos faz inovar ou inventar.</p>
<p><a href="http://www.mxstudio.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Innovation_Workshop_Banner.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4717" title="Innovation_Workshop_Banner" src="http://www.mxstudio.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Innovation_Workshop_Banner.jpg" alt="" width="350" height="300" /></a></p>
<p>Também discutimos que somente a ideia não traz resultados. É preciso ação. Portanto, o que você precisa para transformar a sua ideia em algo concreto, nada mais é do que um projeto.</p>
<p>O PROJETO</p>
<p>Quando falamos em projeto, logo vem na nossa cabeça aquelas nove áreas de conhecimento do PMBoK: integração, escopo, tempo, riscos, qualidade… mas não é exatamente disso que estamos falando. Quando menciono “projeto”, eu digo me refiro a um mínimo de organização para pôr a sua ideia em prática. De nada adianta você sair fazendo várias coisas sem prioridades ou objetivos bem definidos.</p>
<p>Tudo o que você precisa é parar por um instante e estruturar a sua ideia. Qual é a área deste negócio? Como você pretende ganhar dinheiro? Qual seria o investimento financeiro? Quem são seus concorrentes? Essas são algumas perguntas que você deveria responder.</p>
<p>É comum que se sugira a utilização de um PLANO DE NEGÓCIOS para transformar a sua ideia em algo concreto. Acredito que seja uma excelente ferramenta para ajudá-lo a estruturar o seu pensamento e empreendimento. Durante o meu MBA realizamos um trabalho final cujo objetivo era desenvolver um PN de uma empresa que inventamos no grupo. Pude, então, ter a experiência de escrever e estruturar o PN e posso garantir que ele de fato é de grande utilidade.</p>
<p>Não vejo como não sugerir você a colocar sua ideia no formato de um PN para avaliar.</p>
<p>Mas, acredito que possa haver algumas formas de antecipar algumas respostas para identificar se você está no caminho certo (e poupar o trabalho de escrever um PN, caso a ideia seja furada).</p>
<p>Vou sugerir três ações simples para você aplicar antes de desenvolver o seu PN: analisar concorrência e mercado; analisar os gastos financeiros e desenvolver um teaser. Note que duas dessas ações fazem parte de um PN, então você poderá aproveitá-las.</p>
<p>Analisar a concorrencia e o mercado é uma sugestão um tanto óbvia, mas que ainda muitas pessoas esquecem de considerar quando começam a empreender. Eu já tive casos de pensar em ideias que, ao pesquisar durante uma noite no Google, me mostraram que eu estaria entrando num mercado com empresas já consolidadas e, portanto, teria minhas chances de sucesso bem reduzidas.</p>
<p>Em outros casos, você verá que terá concorrência, mas que sua ideia será bastante diferenciada e entrará competindo com diferenciais. Cabe a você, então, preparar toda a sua estratégia voltada já prever a adaptação da concorrência.<br />
Isto é, se você se diferenciará lançando a funcionalidade X, preveja que seus concorrentes irão rapidamente oferecer no mínimo o mesmo X. E quando isso acontecer, já ofereça X+Y. Nova vantagem pra você. Minhas sugestões:</p>
<p>a) Pesquise e entenda seus concorrentes diretos. Se você vai abrir uma empresa de hospedagem na internet, veja como a Locaweb poderia influenciar no seu mercado de atuação. E se você lançasse um plano de hospedagem para pequenas empresas, a influência seria a mesma?</p>
<p>b) Analise seus concorrentes. Nada de balancetes ou coisas do genero. Veja os trabalhos que eles fizeram, o que eles oferecem de diferencial e a qualidade que entregam. Competir com alguém que faz trabalhos de excelência a um preço competitivo é bem mais complicado do que alguém que faz um trabalho ruim a um preço barato. Este segundo caso, aliás, acaba sendo até mesmo um convite para competição!</p>
<p>c) Não abrace o mundo. Eu já vi uma empresa americana que oferecia um produto genérico (daqueles “controla-tudo”) e se vangloriando disso. Você conseguiria explicar para um cliente as vantagens de um produto genérico em cima de um produto específico? Eu não.</p>
<p>d) Se coloque no lugar do seu cliente. Você contrataria o serviço? Por quê? O que o cliente ganha com isso?</p>
<p>Analisar o projeto financeiro é outra forma de você estudar a sua ideia. Será que você não está tendo uma ideia que custará 500.000 reais e se pagará só dali 5 anos? Ou será que você conseguirá aplicá-la com 20.000 reais e terá lucro já no primeiro ano?</p>
<p>Uma análise financeira neste ponto estará recheada de gaps. Você ainda trabalhará com uma margem de erro alta. Ainda assim, é um exercício muito saudável.</p>
<p>Minhas sugestões para você desenvolver a sua análise financeira preliminar:</p>
<p>a) Crie uma planilha e tente atualizá-la diariamente. Cada dia que você abri-la, terá novas ideias para inserir ou retirar dos gastos. As simulações também o ajudarão a pensar em planos alternativos.</p>
<p>b) Nunca seja otimista, neste momento. Ser pessimista é interessante, mas o ideal é tentar ser realista. Será que com um grupo de iniciantes na programação, você conseguirá desenvolver sua ideia em três meses? Ou a realidade indica para seis meses? Pense nisso e veja como suas projeções se comportam.</p>
<p>c) Considere em sua planilha: entradas (receitas), saídas (despesas), despesas agregadas (soma das despesas durante os meses) e receitas x despesas. No mínimo. Assim você terá uma noção do capital mínimo para investir, até você começar a monetarizar sua ideia e de quanto tempo precisa para pagar seu investimento e gerar lucro.</p>
<p>d) Procure um contador. Só ele poderá lhe ajudar com alguns itens como impostos, modos de contratação ideais, etc.</p>
<p>Por fim, a ideia do teaser. Quer saber se a sua ideia vai dar certo? Divulgue ao público interessado!</p>
<p>Lembrando o que discutimos sobre “não guardar a sua ideia a sete chaves”, a ideia do teaser parte do principio que nada melhor do que um feedback direto de quem vai realmente utilizar o sistema.</p>
<p>Se você vai lançar um produto que você acredita que irá revolucionar a forma como contadores gerenciam seus clientes, desenvolva um website e uma apresentação da sua ideia. Faça como se ela já estivesse sendo produzida e em pré-lançamento. E convide seu público a visitar o website e dar o feedback.</p>
<p>O resultado disso será: seu público já conhecerá você e seu produto, você receberá feedbacks que poderão orientá-lo a incrementar ou não seu produto e, principalmente, você já terá uma base de pessoas interessadas!</p>
<p>Imagine que você irá lançar o produto na próxima semana. Ao invés de ter que sair correndo atrás de clientes, você já terá uma base de pessoas interessadas em utilizá-lo e com grandes chances de virarem seu cliente.</p>
<p>Está é uma sugestão bastante simples e que também lhe indicará se seu projeto tem chances de dar certo. Já pensou se seu teaser recebeu 1000 visitas e apenas duas pessoas se interessaram? Fracasso total. Mas um fracasso cedo, que evitou que você gastasse mais dinheiro para só então perceber o erro.</p>
<p>O projeto, portanto, nada mais é do que estruturar a sua ideia. Transformar este conhecimento tácito em explícito. Ver a viabilidade e decidir se segue em frente ou não. Pense de forma enxuta, lembre-se que o dinheiro é seu recurso mais perigoso: um movimento em falso pode até mesmo quebrar sua empresa.</p>
<p>Vimos que um Plano de Negocios é uma das melhores formas de organizar e verificar se a sua ideia tem chances de virar algo de sucesso, e também algumas sugestões para fazer uma verificação do potencial da sua ideia.</p>
<p>Lembre-se, também, de se organizar para executar estas ações. Quem sabe um taskboard pessoal, para o seu projeto, não seja útil? Ou um “scrum pessoal”?</p>
<p>Nossa próxima discussão será sobre PESSOAS: liderança, motivação, clima, sócios, colaboradores, clientes… talvez o calcanhar de aquiles de muitos empreendimentos.</p>
<p><strong><a href="http://www.agileway.com.br/2010/02/01/empreendedorismo-parte-1-4/" target="_blank">Fonte: www.agileway.com.br</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/empreendedorismo-%e2%80%93-parte-24/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Empreendedorismo – Parte 1/4</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/empreendedorismo-%e2%80%93-parte-14/</link>
		<comments>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/empreendedorismo-%e2%80%93-parte-14/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 11:54:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mxstudio.com.br/?p=4406</guid>
		<description><![CDATA[Irei dedicar os próximos posts para discutir alguns aspectos do “quadrado mágico do empreendedorismo”. Bom, obviamente você nunca ouviu falar sobre este termo, pois acabo de inventá-lo. O “quadrado mágico do empreendedorismo” é a relação de quatro conceitos que considero fundamentais para quem quiser, algum dia, empreender. São eles: ideia, projeto, pessoas e dinheiro. Este artigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Irei dedicar os próximos posts para discutir alguns aspectos do “quadrado mágico do empreendedorismo”. Bom, obviamente você nunca ouviu falar sobre este termo, pois acabo de inventá-lo. O “quadrado mágico do empreendedorismo” é a relação de quatro conceitos que considero fundamentais para quem quiser, algum dia, empreender. São eles: <strong>ideia, projeto, pessoas e dinheiro</strong>.</p>
<p>Este artigo não tem nenhum embasamento científico, portanto sinta-se totalmente a vontade para discordar do que irei discorrer aqui. Ele foi escrito com base na minha experiência atual em tentar empreender e no que estou levando em consideração para esta nova aventura. Notem: é basicamente um amontoado de ideias minhas sobre o assunto. Apesar disso, acredito que a leitura leve a reflexão.</p>
<p><a href="http://www.mxstudio.com.br/wp-content/uploads/2010/07/idea_bulb.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4407" title="idea_bulb" src="http://www.mxstudio.com.br/wp-content/uploads/2010/07/idea_bulb.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Antes é necessário discorrer um pouco sobre aquilo que as pessoas chamam de “sangue empreendedor”. É comum você ler por ai gente falando que tal pessoa é uma verdadeira empreendedora, ou que o Fulano tem sangue de empreendedor. Isso remete a imaginar que empreendedorismo é um dom.</p>
<p>Não vejo isso como verdade. Ao meu ver, um empreendedor precisa ter duas características principais: gosto pelo risco e atitude. São duas características que eu não vejo como intrínsicas. Uma pessoa pode muito bem desenvolvê-las.<br />
Mas na maioria dos casos, empreender é arriscar, colocar a cara para bater. É entrar de cabeça no desconhecido. E quando eu digo de cabeça, isso envolve perder seus dias enfrentando dificuldades que como empregado você nunca enfrentaria, ter que aprender matemática financeira, administração e marketing, mesmo sem nunca ter estudado sobre o assunto. E ainda fazer tudo isso com o seu próprio dinheiro em risco.</p>
<p>Mas de nada adianta tudo isso sem atitude. Ora, é a principal característica de um empreendedor. Como eu mencionei no post “Acenda o meu fogo, por favor”, a atitude é o combustível que é preciso ter para o dia-a-dia. Enfrentar todas as dificuldades e estar pronto para o próximo dia. Não adianta apenas conhecimento e habilidade, é preciso saber ser e agir.</p>
<p>Ainda assim, eu e você poderemos citar vários empreendedores que tiveram sucesso sem ter essas características. Isso reforça a afirmativa: empreender não é um dom. Todos nós podemos.</p>
<p>E o “quadrado mágico do empreendedorismo”? Como eu disse, esse termo criado por mim (no momento em que escrevo este post) é composto por ideia, projeto, pessoas e dinheiro. Vamos a eles.</p>
<p><strong>A IDEIA</strong></p>
<p>A ideia, podemos dizer, é o coração do empreendedorismo. Tudo começa por ela. É no momento em que a lâmpada acende, que nós damos o primeiro passo rumo ao empreendedorismo. Logo, essa inicia como sendo o ativo mais importante do empreendedor.</p>
<p>Você, se enxergando como empreendedor ou não, já deve ter tido algumas ideias que em algum momento pensou em colocar em prática. E, me atreveria a dizer, que pelo menos uma delas você via como uma GRANDE ideia. Tão grande, tão importante, que você a tratava com um carinho especial. Correto?</p>
<p>Esse sentimento que leva a um dos erros mais comuns: o de guardar a ideia a sete chaves. As vezes temos uma ideia que parece ser revolucionária. E isso nos faz tratá-la com um cuidado excessivo, evitando sequer pensar nela próximo de alguma pessoa, temendo que alguém possa ler a sua mente. O motivo parece óbvio: eles podem “roubar” a nossa ideia.<br />
Essa atitude (que inclusive foi vivida por mim) é totalmente anti-empreendedora! O medo de que alguém roube uma ideia de fato pode existir. Ouso dizer que 90% das pessoas com as quais você conversar sobre a sua ideia, não a verão com os mesmos olhos que você. Aqueles que se empolgarem, o darão força para seguir adiante. E aqueles que se empolgarem e pensarem em roubar a sua ideia, tenha a certeza que após a primeira noite de sono já a terão esquecido.</p>
<p>Agora pense: cada pessoa que você deixa de explicar a sua ideia, é um feedback a menos que você tem. Como mostrado em um post anterior, os insights mais importantes surgem de pessoas de diferentes áreas e experiências. Explicar a sua ideia de uma forma simples aos outros, ainda o faz enxergá-la de outra perspectiva e, mais ainda, o faz receber feedbacks que talvez o façam repensar muitas coisas.</p>
<p>Mas tenha em mente que uma ideia é apenas uma ideia. Se você não implementá-la, ela será apenas um ativo abstrato sem valor.</p>
<p>Eu tive já várias ideias. Sempre quis empreender, então sempre busquei ideias com as quais poderia iniciar minha aventura. 99% delas nasceram e morreram com velocidade assustadora. Muitas por eu usar o método de escondê-la a sete chaves: quem sabe algumas não fossem interessantes? Outras morreram no momento em que coloquei no papel e organizei, quando percebi serem inviáveis. E algumas eu mantenho como possíveis de implementar.</p>
<p>Não tenho mais receio de expôr as ideias a pessoas próximas. Obtive ótimos feedbacks e combustível para seguir adiante. Mas algumas eu ainda preciso organizar melhor. E é ai que entra o próximo conceito do “quadrado mágico”:<strong> o projeto.</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.agileway.com.br/2010/02/01/empreendedorismo-parte-1-4/" target="_blank">Fonte: www.agileway.com.br</a></strong> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/empreendedorismo-%e2%80%93-parte-14/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As três redes sociais</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/as-tres-redes-sociais/</link>
		<comments>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/as-tres-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 20:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mxstudio.com.br/?p=4320</guid>
		<description><![CDATA[As novas possibilidades de criação coletiva distribuída, aprendizagem cooperativa e colaboração em rede oferecidas pelo ciberespaço colocam novamente em questão o funcionamento das instituições e os modos habituais de divisão do trabalho, tanto nas empresas como nas escolas - Pierre Lévy – da minha coleção de frases; A história humana é marcada pelo desenvolvimento de duas redes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>As novas possibilidades de criação coletiva distribuída, aprendizagem cooperativa e colaboração em rede oferecidas pelo ciberespaço colocam novamente em questão o funcionamento das instituições e os modos habituais de divisão do trabalho, tanto nas empresas como nas escolas - <strong>Pierre Lévy – <a href="http://nepo.com.br/frases/frases-3a-parte/">da minha coleção de frases;</a></strong></em></p></blockquote>
<p><img src="http://www.figueiracastelorodrigo.com/wp-content/uploads/figueira-de-castelo-ponte.jpg" alt="" width="472" height="240" /></p>
<p>A história humana é marcada pelo desenvolvimento de duas redes sociais, sendo que a Internet inaugura uma terceira.</p>
<ul>
<li>A <strong>rede social física (produtiva)</strong> formada pela chamada<em> infra-estrutura</em>pela qual circulam mercadorias:  estradas, aeroportos, portos, que aportam aviões, trens, caminhões, onde já passaram cavalos, carruagens, que permitiram – e permitem –  que determinada encomenda seja enviada por um pedido a carta, ou pombo correio, pela Web, celular, etc. Ou seja, por onde as mercadoria tangíveis circulam, comida, roupa, aço, ferro, petróleo. Sempre haverá no mundo mercadorias tangíveis e redes físicas. Ninguém come Bits;</li>
</ul>
<ul>
<li>A <strong>rede social lógica (cognitiva) </strong>é aquela em que trocamos  ideias, mensagens, nos informamos, nos comunicamos  sobre as coisas do mundo e pelo meio da qual se faz encomendam mercadorias, formada antigamente pelo batuque dos tambores, sinais de fumaça, telégrafo, cartas, telefone; e hoje, pelos celulares, sites,  twitters, etc;</li>
</ul>
<ul>
<li>A Internet cria uma terceira e nova, a <strong>rede social produtiva-cognitiva,</strong>que viabiliza a circulação de bens intangíveis, com a venda de produtos e serviços, comprados e consumidos pela <strong>rede lógica</strong>, tal como filmes, áudios, textos,  tradução, redação, programação, etc.</li>
</ul>
<p>Para ilustrar melhor, Vejam abaixo as duas redes, pré-Internet separadas uma das outras:</p>
<p><img title="3redes1" src="http://nepo.com.br/wp-content/uploads/2010/06/3redes1.jpg" alt="3redes1" width="363" height="182" /></p>
<p>E a junção das duas para criar uma terceira, na pós-internet:</p>
<p><img title="3redes_sociais3" src="http://nepo.com.br/wp-content/uploads/2010/06/3redes_sociais3.jpg" alt="3redes_sociais3" width="339" height="281" /></p>
<p>Houve, assim, uma intersecção da Rede Física e da Rede Lógica, isto é uma grande novidade, justamente ela tem deixado tonto o pessoal que comercializava  produtos intangíveis nas redes físicas, através da circulação de mercadorias palpáveis: livros, cds, DVDs em  livrarias bancas de jornal, cinemas, empacotando o que era intangível.</p>
<p>Assim, o valor dos bens intangíveis, que circulava nestas redes sociais físicas tinha um custo e era repassado, com uma grande margem de lucro.</p>
<p>Dominava-se, portanto, os canais da rede física, criando um monopólio, e “tudo ia bem” para quem estava no comando e mal para quem queria consumir, pois era obrigado a aceitar as regras de um jogo nem tão meritocrático.</p>
<p>Com a criação de uma  <strong>rede da circulação de bens intangíveis (produtiva-cognitiva) </strong>esse custo despencou, pois as mercadorias intangíveis circulam a custo zero.</p>
<p>Muda-se completamente a lógica das coisas para esse grande mercado, que deve deixar de ser um atravessador entre as mercadorias intangíveis e o consumidor e passar a ser um incentivador de eventos – gerando de novo valor – oferecendo ao mercado aquilo que não está disponível na nova rede.</p>
<p><img src="http://www.abacate.net/images/PeixesJB.jpg" alt="" width="600" height="435" /></p>
<p>Por outro lado, a rede física, por onde circulam mercadorias tangíveis, há uma forte influência da nova rede cognitiva-produtiva.</p>
<p>Cada vez mais assistimos a inclusão de chips nos produtos, que passam a ser monitorados por satélites, pardais, formando um grande sistema de logística, que migram e se relacionam com o mundo da Internet.</p>
<p>Hoje, é possível saber tanto onde está o livro que você comprou, entre a postagem e a chegada na sua casa; como o Hospital Albert Einstein já sabe onde está cada uma das suas macas para economizar recursos.</p>
<p>Ver matéria “Um trilhão de sensores”, da Exame, 971 (ainda não disponível na Internet)</p>
<p>Segundo a Exame nessa reportagem, o MIT calcula que até 2015 teremos 1 trilhão de sensores, já que o chip, uma etiqueta que “digitaliza a mercadoria”, caiu de 2 dólares a unidade para 30 centavos de dólar.</p>
<p><a href="http://nepo.com.br/2009/08/14/teremos-codigos-de-barra-no-pescoco/comment-page-1/">Veja mais exemplos de uso de chips neste post.</a></p>
<p>Essa mega rede digital interconectando as outras, tenta agilizar e reduzir custos, para para sairmos da <a href="http://nepo.com.br/2010/03/10/a-internet-e-a-crise-da-inovacao-produtiva/">crise de inovação produtiva</a> que nos metemos.</p>
<p>Soma-se a isso a incorporação dos consumidores na produção das mercadorias, na pré e pós, como na venda, ver exemplos mais abaixo.</p>
<p><img src="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,17857212-FMM,00.jpg" alt="" width="357" height="254" /></p>
<p>Assim, podemos afirmar que existe hoje <strong>três</strong> redes sociais distintas, que geram bastante confusão, na hora de se pensar estratégias para a atuação corporativa.</p>
<ul>
<li>Uma é a <strong>rede social lógica </strong>(cognitiva) baseada na troca de ideias, formada pelos usuários do que chamamos “Rede Social”;</li>
<li>Uma <strong>rede social cognitiva-produtiva</strong> por onde circulam mercadorias intangíveis. É quando colocamos mercadorias para circular, onde era apenas comunicação;</li>
<li>E outra <strong>rede social física </strong>produtiva, na qual se participa (co-criando) diretamente da produção, através de ferramentas de colaboração e a incorporação mais e mais das mercadorias nesse meio, via chips.</li>
</ul>
<p>Hoje, estamos muito mais na primeira, caminhando para a segunda e engatinhando na terceira.</p>
<p>Exemplos?</p>
<p><img src="http://lifeinthenhs.files.wordpress.com/2009/02/facebook.jpg" alt="" width="404" height="303" /></p>
<p>A rede social cognitiva “pura” é o <strong>Facebook,</strong> só comunicação, troca de ideias (apesar de já quererem colocar venda dentro dela);</p>
<p>A cognitiva-produtiva é a <strong>Amazon</strong>, com a venda de livros para o Kindle, que produz e vende livros digitais pela rede, unindo ao mesmo tempo a rede de cognição, produção e distribuição;</p>
<p>E a rede social produtiva podemos falar:</p>
<ul>
<li>Na <strong>pré venda</strong> do Fiat Mio da Fiat, na qual o usuário co-cria um novo carro;</li>
<li>Na <strong>venda</strong>, a Dell, que estimula  o usuário escolher seu computador personalizado;</li>
<li>E na <strong>pós-venda</strong>, o chip da Nike que acompanha o usuário na corrida, dando informações ao fabricante do uso na prática do produto ou cria uma canal para valer entre a reclamação e a mudança de processos, produtos e serviços.</li>
</ul>
<p>Quando se fala em trabalhar com redes sociais,  seria bom perceber que existem estas três possibilidades. E o grande mistério para sair uma boa comida é saber a necessidade de cada caso e como misturar os temperos.</p>
<ul>
<li>Quem vende mercadoria tangível deve ter uma estratégia;</li>
<li>Quem vende intantígel, outra;</li>
<li>E todos com uma estratégia para incorporar mais e mais os consumidores em um ambiente digital produtivo para melhorar e co-criar produtos.</li>
</ul>
<p>Corre-se o risco de se querer fazer um prato fino e sair um prato pra lá de grosso.</p>
<p><img src="http://2.bp.blogspot.com/_etRHIos-Jbg/ShQ7qi_dUSI/AAAAAAAAABk/tuZcUS2pZic/s320/pega+varetas+ecologico.jpg" alt="" width="320" height="266" /></p>
<p>Nessa perspectiva, em termos de estratégia teríamos:</p>
<ul>
<li>A primeira <strong>rede lógica</strong> envolve projetos de comunicação-cognição, que é apenas de contato, troca,  longe da produção<strong>;</strong></li>
</ul>
<p><em>(É aí que está o esforço hoje dos projetos de “mídias sociais” das empresas 1,5, que ficam apenas trabalhando tudo isso no âmbito da comunicação eunuca, sem diálogo e sem envolvimento de tudo isso na produção.)</em></p>
<ul>
<li>A segunda envolve todos que têm produtos intangíveis para vender, livros, música, vídeos, serviços, etc, uma oportunidade enorme para quem já superou a fase inicial do susto e do medo, vide sucesso do Iphone, com seus milhares de softwares produzidos por usuários, ou do Kindle, que começam a “jantar” as editoras tradicionais, na rede<strong>cognitiva-produtiva</strong>;</li>
</ul>
<ul>
<li>E a terceira que vende produtos que nunca poderão circular na rede, tangíveis (carro, moto, avião, prateleiras, roupas), mas que pode usar bastante as redes sociais produtivas para projetar, vender, acompanhar o uso e melhorá-los, <strong>na rede Física</strong>.</li>
</ul>
<p><img src="http://magiarubronegra.files.wordpress.com/2009/06/confusao1.jpeg" alt="" width="300" height="239" /></p>
<p>Estamos apenas engatinhando e, com certeza, ainda chamando tomada de pomada.</p>
<p>Que dizes?</p>
<p>Do site <a href="http://www.nepo.com.br" target="_blank">www.nepo.com.br</a> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/as-tres-redes-sociais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Horários flexíveis – Bom ou ruim?</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/horarios-flexiveis-%e2%80%93-bom-ou-ruim/</link>
		<comments>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/horarios-flexiveis-%e2%80%93-bom-ou-ruim/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 23:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mxstudio.com.br/?p=4128</guid>
		<description><![CDATA[Esta semana lancei um questionamento numa das listas que participo. O objetivo era discutir até que ponto o horário flexível pode ser considerado bom ou ruim. E, ainda, o que cada um entendia por horário flexível. Qual a sua opinião sobre o assunto? Após algum tempo de mercado, eu criei uma visão própria deste tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana lancei um questionamento numa das listas que participo. O  objetivo era discutir até que ponto o horário flexível pode ser  considerado bom ou ruim. E, ainda, o que cada um entendia por horário  flexível.</p>
<p><a href="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2009/12/relogio_ponto.jpg"><img title="relogio ponto -  www.agileway.com.br" src="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2009/12/relogio_ponto.jpg" alt="" width="220" height="268" /></a></p>
<p>Qual a sua opinião sobre o assunto?</p>
<p>Após algum tempo de mercado, eu criei uma  visão própria deste tipo de acordo entre empresa e colaborador. Já fui  daqueles que achava que horário flexível era o mesmo que entrar e sair a  hora que quiser, mais ou menos ao estilo “Google” (que ao que parece,  não é bem assim também). Mas com o tempo, passando a pensar mais como  alguém resp0nsável por passar os valores da empresa e, também, como  empreendedor, acabei desenvolvendo o outro lado deste assunto.</p>
<p>Hoje já vejo o trabalho com o seguinte modelo de horários: Entra as  9h e sai as 18h. Atrasos? No máximo 15 minutos.</p>
<p>A flexibilidade neste caso estaria no fato de ser possível para o  colaborador sair no meio do expediente para pagar alguma conta, ir ao  médico, ou fazer alguma outra coisa que seja necessária… desde que não  afete o projeto em que atua. Isto é, apenas avise o responsável e os  seus colegas. Evita-se assim o “Onde está o fulano?? Ninguém sabe!”.</p>
<p>No XP se fala muito das 8h diárias /40h semanais. E acho que para que  esse “pace” aconteça de uma forma saudável e <em>time-boxed</em>, é  preciso restringir esse horário de entrada e saída. Evitar que as  pessoas façam horários malucos é uma forma de criar uma certa “rotina”  (não era bem essa palavra que eu queria), assim como por exemplo a  Pomodoro Technique cria. No Scrum, a daily meeting é feita em horário  fixo, com toda a equipe. O mais cedo possível.</p>
<p>Além disso, evita-se aquela coisa de “Preciso falar com o Fulano, ele  ainda não chegou??” e outras situações que podem ser evitadas. Bem como  questões trabalhistas para a empresa… as famosas “Horas extras” e  “banco de horas”. Aliás, caso alguém não saiba, as empresas pagam bem  mais pelas horas extras. De 50 a 80% do valor a mais. Como uma empresa  será lucrativa com esse modelo?</p>
<p>Além do mais, como identificar o rítmo e velocidade da equipe, se  cada um tem um horário diferente? Se as estimativas durante uma sprint  planning estavam acordadas para serem realizadas 40 horas semanais, mas o  time estava muito “cansado” e resolveu fazer só 30 horas? Vale a pena  compensar na semana seguinte fazendo 50 horas? Isso é um rítmo saudável?</p>
<p>Entrar as 9h e sair as 18h é um horário que eu vejo com ótimos olhos.  Todos podem dormir um pouco mais e todos tem um tempo excelente para  aproveitar a vida após o trabalho. A vida profissional e pessoal se  tornam mais distintas, possibilitando as pessoas de relaxarem um pouco.  Criamos assim, um ambiente saudável.</p>
<p>Trabalhar com racicínio e conhecimento pode ser muito exaustivo.  Portanto lembre-se de providenciar aos seus colaboradores um momento  para que eles se DESLIGUEM do lado profissional. Existe uma grande  diferença entre apertar 50 parafusos por hora e escrever 50 linhas de  código por hora.</p>
<p>Lógico, em casos extremos será necessário fazer horas extras. Mas daí  isso precisa ser acordado entre todos:  empresa e colaboradores. Uma  hora extra forçada e sem vontade é mais cara ainda! Pense nisso.</p>
<p>Em tempo: sou de Porto Alegre… estamos começando a ter alguns  problemas como em São Paulo. Mas não chegamos nem perto disso ainda.</p>
<p>Alguns comentários extraidos da discussão:</p>
<p>“Penso  que o ponto importante dessa história toda de flexibilidade de horário  está na confiança depositada na equipe.” – Lucas Toniazzo</p>
<p>“Quanto  a flexibilidade de horario, em certa empresa que trabalhei eles tinham  uma politica bem bacana, a regra era: o Horário é flexivel, mas pro bom  andamento de comunicaçao da equipe e reuniões é necessário que as  pessoas estejam na empresa entre 10h-12h e 14-17h” – Marlon Luz</p>
<p>“Talvez  estabelecer valores mínimos e máximos de horas que podem ser  trabalhados no dia (exceções ainda podem ser tratadas) podem ajudar  quando à questão trabalhista que o Flávio levantou.” – Christian Bernini</p>
<p>“As  metodologias ageis pregam tanto que devemos ter mais contato humano,  uma comunicação mais proxima na equipe e até com o cliente e por outro  lado tentamos sabotar isso mudando nosso horario. Em contra partida eu  moro em São Paulo, e sei como é ruim o trânsito no chamados “horários de  pico” e uma adoção de horários mais flexíveis me pouparia algumas horas  na semana.” – Thiago Montini</p>
<p>“Ao  liderar equipes também prefiro um horário fixo com certa liberdade, se o  membro da equipe precisa resolver alguma coisa basta que ele avise para  que o restante da equipe possa se planejar com relação a ausência dele.  É o famoso “o combinado não sai caro!” – Denis Ferrari</p>
<p>“Na  grande maioria dos casos, o contentamento do pessoal em relação a  horário de trabalho é atingido quando existe a possibilidade de chegar a  hora que quiser, mesmo que se tenha um limite para isso e que esse  limite seja 7h da manhã. Isso também funciona com o horário do almoço e  com o horário de saída.” – Rafael Fuchs</p>
<p>“Para  os que trabalham em SP, como querer que sua equipe chegue todos os dias  as 9h da manha (ou liberar 30 min pra cima ou para baixo) com rodizio,  transito e afins? Concordo que o ideal seria que toda equipe trabalhe  lado a lado (nao é preciso nem dizer, ou ‘redizer’, que melhora  infinitamente a comunicacao), mas nem sempre isso é possivel.” – Thiago  Valente</p>
<p>“Não  sou a dona da empresa, mas acho que o Lean enfatiza que todos devemos  fazer e trabalhar para termos um crescimento mútuo, a empresa cresce… a  gente cresce! Para pra pensar?! Passamos mais tempo na empresa do que em  casa… pq temos que cumprir 08h/dia de trabalho!? Se eu fiz um trabalho  com PERFEITO, SATISFATÓRIO, COM EXCELÊNCIA em 5horas e completei a sua  iteração no prazo, pq tenho que ficar na empresa? Pra cumprir horário?  Merecemos ir pra casa, comemorar isso, é questão de motivação, temos que  ter VONTADE de querer melhorar, de ADORAR o que fazemos e COMEMORAR o  nosso CRESCIMENTO.” – Mirela Rzatki</p>
<p>“O  problema é que o gerente tem a mentalidade de valorizar quem se mata  trabalhando.  Isso favorece os loucos das horas extras. Havia um  camarada que costumava ficar até 22, 23h, varar madrugada, ir no sábado e  no domingo para a empresa, porque o projeto supostamente estava  atrasado (aliás, em geral, os projetos já começam atrasado, enfim).  E  ‘cá pra nós’ o código que esse colega gerar era uma bela duma porcaria….   Considero esse comportamento NOCIVO à equipe.” – Marcelo Andrade </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/horarios-flexiveis-%e2%80%93-bom-ou-ruim/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A crise dos filtros</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/a-crise-dos-filtros/</link>
		<comments>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/a-crise-dos-filtros/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 00:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nepomuceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Filtros]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mxstudio.com.br/?p=4075</guid>
		<description><![CDATA[O problema não é o excesso de informações, mas a falta de filtros – Li de alguém em um jornal e não consegui achar, (ainda bem que tenho um blog , quando achar, dou crédito) Imagina há cerca de 500 anos atrás… A Igreja era a única “editora”, com seus padres propagandeando suas ideias aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>O problema não é o excesso de informações, mas a  falta de filtros</em> – <strong>Li de alguém em um jornal e não consegui  achar, (ainda bem que tenho um blog <img src="http://nepo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /> , quando achar, dou crédito) </strong></p></blockquote>
<p><img src="http://www.novalinguagem.art.br/conversa/004/autor04.gif" alt="" width="290" height="405" /></p>
<p>Imagina há cerca de 500 anos atrás…</p>
<p>A Igreja era a única “editora”, com seus padres propagandeando suas  ideias aos quatro cantos.</p>
<ul>
<li><em>Cuidado, vais para o Inferno.</em></li>
<li><em>O Rei é escolhido por Deus.</em></li>
<li><em>Pague $$$ e mande sua mãe para o céu ( a sogra tem desconto) <img src="http://nepo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /> </em></li>
</ul>
<p>E do nada surge o livro impresso.</p>
<p>Na Europa, em 50 anos (1450-1500) saíram do armário 13 milhões de  exemplares dos 27 mil novos títulos.</p>
<p>Caraca!</p>
<p><img src="http://pt.dreamstime.com/montanha-do-livro-thumb11023284.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p>Que explosão informacional!</p>
<p>Quantos desconhecidos aparecendo nas aldeias!</p>
<p>Quantas ideias novas circulando!</p>
<p>Várias editoras se distribuem pelos países da Europa.</p>
<p>Do nada, aquela fonte única de informação (Igreja e Monarquia), que  fazia o filtro entre as pessoas e a realidade, se expande em novas e  diferentes possibilidades.</p>
<p>Interesses que dominava a mídia se abalam.</p>
<p>Foi o caos democrático informacional!!!</p>
<p>Que acabou guilhotinando reis e pavimentou a estrada informacional  para se criar o capitalismo….</p>
<p><img src="http://www.historiadomundo.com.br/imagens/guilhotina.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>O mesmo que vemos hoje com a Internet.</p>
<p>Acabou o mundo?</p>
<p>Não, pois o humano sempre precisará de filtros de informação para  sobreviver.</p>
<p>Anote isso e vou dizer de novo com calma, em negrito, identação e com  três pontinhos separando as frases:</p>
<p><em>(Especial para os Dummies que defendem que o mundo está acabando  por que os grandes jornais ou grandes editoras estão tontinhos):</em></p>
<p><strong>O humano…..</strong></p>
<p><strong>sempre precisará….</strong></p>
<p><strong>de filtros de informação….</strong></p>
<p><strong>para sobreviver.</strong></p>
<p>Quer que eu repita? <img src="http://nepo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /></p>
<p><img src="http://zinara.pbwiki.com/f/IMAG0037.JPG" alt="" width="346" height="259" /></p>
<p>O problema é a qualidade dos filtros.</p>
<p>Quando as pessoas defendem a mídia tradicional esquecem de dizer que:</p>
<ul>
<li>- ela estava filtrando e mentindo (se quiser algo mais leve,  distorcendo, manipulando), pois a mídia cumpre  sempre papel de defender  os interesses de quem está no poder (faz parte do jogo);</li>
<li>- não estava dando espaço para novos valores;</li>
<li>- cada vez mais poderosa, não permitia diálogo;</li>
<li>- com o aumento da população, cada vez tínhamos mais sombras de  pessoas com suas atividades sem espaço de divulgação.</li>
</ul>
<p>Mentira? Ou verdade?</p>
<p>Ou seja, a Internet vem resolver esse problema de <strong>filtros  viciados</strong> para alguns <strong>menos viciados. </strong></p>
<p>Portanto, não vem acabar com  <strong>filtros que sempre terão que  existir.</strong></p>
<p><strong></strong>E estabelece, como foi no livro impresso, novas  fontes de informação menos ligada ao sistema para permitir <a href="http://nepo.com.br/2010/01/13/a-internet-e-uma-midia-de-oxigenacao-social-parte-ii/">oxigenação</a>:</p>
<ul>
<li>Luz aonde existia sombra informacional;</li>
<li>Um critério mais meritocrático dos novos filtros;</li>
<li>Filtros mais segmentados por interesse, região, assunto, etc;</li>
<li>Mais espaço para fatos, que anda não circulavam;</li>
<li>Mais versões.</li>
</ul>
<p>Ou seja, estamos migrando de um ambiente mais fechado para um mais  aberto, no qual <strong>novos filtros se imporão, dentro de uma nova  lógica de filtragem </strong>(e não sem filtragem), porém, com critérios  mais fluídos do que o ambiente anterior.</p>
<p><img src="http://www.antispam.br/images/ilust-filtro.png" alt="" width="300" height="284" /></p>
<p>Motivo?</p>
<p>Quanto mais gente para ir ao churrasco, menos controle deve se ter de  como se compra a carne.</p>
<p>Assim, temos que compreender uma nova lógica humana:</p>
<p>Filtro sim, mas quando estes começam a ficar poucos, viciados e  impedem a inovação e mudanças, surge uma ruptura de mídia, multiplicando  fontes, justamente para mudar o mundo.</p>
<p>E um mundo só muda quando uma nova forma de filtrar a realidade mais  aberta se estabelece.</p>
<p>É o primeiro passo para os que se seguem.</p>
<p>Ou seja, vivemos a crise dos filtros, pois temos muito mais, mas a  coisa vai se assentar, porém em novos parâmetros.</p>
<p>Vejam que na Idade Média:</p>
<ul>
<li>A Igreja não acabou.</li>
<li>As editoras não acabaram.</li>
<li>O mundo não acabou.</li>
</ul>
<p>Tudo se ajustou, pois a civilização precisa seguir seu curso  procriando e comendo cada vez mais…(não necessariamente nessa ordem.) <img src="http://nepo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /></p>
<p>Umas passaram a determinado nicho, outras se cristalizaram, outras  fecharam, mas, de qualquer forma, nunca mais voltamos a termos uma  Igreja única nos dizendo como é o mundo.</p>
<p><img src="http://www.gtkidsontheweb.com/patrick/couch-potato-13.jpg" alt="" width="499" height="356" /></p>
<p>Hoje, estamos aprendendo uma nova forma de dar crédito às fontes,  através da reputação em rede, a partir da possibilidade de conhecer o  rastro de cada um.</p>
<p>É uma validação mais meritocrática do que a anterior.</p>
<p>Sempre será, sujeita à compreensão de quem chegar ao poder e da  manipulação futura, criando nova crise,  exigindo nova mídia e tudo  recomeçando.</p>
<p>Uma nova forma de filtrar – sempre.</p>
<p>Nada além disso.</p>
<p>Obviamente, alterando a cada etapa diversos interesses.</p>
<p>E por causa essa grita e terrorismo que o mundo está sem filtros.</p>
<p>Balela.</p>
<p>Sai “A”, entra “B”.</p>
<p>The End.</p>
<p>Que dizes?</p>
<p>Fonte: <a href="http://nepo.com.br/" target="_blank">www.nepo.com.br</a> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mxstudio.com.br/gerenciadeti/empresas/a-crise-dos-filtros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

