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	<title>MXStudio &#187; danieldepaola</title>
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	<description>Macromedia e Adobe - Artigos, colunas, tutorias e muito mais...</description>
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		<title>Processo Criativo &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Oct 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danieldepaola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Continua&#231;&#227;o do artigo anterior explicando e exemplificando sobre wireframes e organogramas de navega&#231;&#227;o.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script src="http://www.mxstudio.com.br/js/ColorCode.js"></script></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td id="colunaTexto" valign="top">
<h1>Processo criativo &#8211; parte 2</h1>
<h3>Introdução</h3>
<p>Como eu falei no artigo anterior, vou mostrar  exemplos de wireframes, exemplos de organogramas de navegação e dizer como e  quando eles devem ser aplicados.</p>
<h3>Conteúdo</h3>
<h5>Wireframes</h5>
<p>Um exemplo clássico de wireframe é esse abaixo.</p>
<p><img src="http://www.mxstudio.com.br/imagens_artigos/htmlO94U26_danieldpaola_processo_criativo2_out2006_imagens/wire01.jpg" alt="Exemplo de wireframe" width="607" height="328" /></p>
<p>Ao  elaborar um projeto de um site, antes de mostrar qualquer arte para o cliente é  necessário que ele aprove o wireframe para que tudo fique acertado, evitando trabalhos  futuros. Nessa hora, é possível fazer qualquer mudança no posicionamento e  diagramação do conteúdo.</p>
<p>Em  alguns casos, é possível criar um wireframe um pouco mais detalhado após a  aprovação do wireframe bruto (este acima). Para aqueles clientes mais  exigentes, que gostam de acompanhar de perto cada etapa do projeto, pode  elaborar um pouco mais colocando os botões, ícones, tipo de font que será usada  e etc, mas nada com cores ou efeitos. Veja o exemplo do livro Experiência  Perfeita do Felipe Memória <a href="http://www.flickr.com/photos/fmemoria/91940215/in/set-72057594054908097/">http://www.flickr.com/photos/fmemoria/91940215/in/set-72057594054908097/</a></p>
<h5>Organogra de Navegação</h5>
<p>O  objetivo de se criar um organograma de navegação é simplesmente para poder  exemplificar e mostrar como será feita a navegação entre as páginas e facilita,  também, na hora de saber os links e conteúdo que entrará em cada sessão do  site.</p>
<p>Veja  um exemplo:</p>
<p><img src="http://www.mxstudio.com.br/imagens_artigos/htmlO94U26_danieldpaola_processo_criativo2_out2006_imagens/org01.jpg" alt="Exemplo de organograma" width="580" height="300" /></p>
<p>Neste exemplo, fiz um fluxo da home onde  teríamos os links de <em>quem somos, produtos  e serviços, clientes e contato.</em> Explorando um pouco mais o organograma:</p>
<p><img src="http://www.mxstudio.com.br/imagens_artigos/htmlO94U26_danieldpaola_processo_criativo2_out2006_imagens/org02.jpg" alt="Exemplo de organograma" width="580" height="300" /></p>
<p>Nesse  exemplo vemos o conteúdo de <em>quem somos</em> e os links internos desta sessão, são eles: <em>equipe,  projetos sociais </em>e <em>artigos</em>. Ao  entrar em <em>quem somos</em>, apareceria o <em>texto introdutório</em>.</p>
<h4>Considerações finais</h4>
<p>Essas  duas etapas são feitas na mesma etapa: criação e arquitetura de informação.  Algumas empresas ou pessoas fazem em separado, o que não impede em nada suas  aplicações. O importante é fazê-las, pois assim você está menos suscetível ao  erro e a ter que ficar fazendo ajustes e modificações depois do layout pronto.</p>
<p>Espero  ter ajudado mais um pouco nesta etapa. No próximo veremos como aplicar a  identidade visual em um layout. Abraços.</p>
<p><strong>Autor: Daniel de Paola – colunista de  design e usabilidade</strong></p>
<p>Qualquer  dúvida entre em contato por <a href="mailto:dpaola@gmail.com">dpaola@gmail.com</a> ou no fórum.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Processo criativo</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Sep 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danieldepaola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Breve explica&#231;&#227;o de como &#233; a etapa incial de cria&#231;&#227;o, wireframes, aprova&#231;&#227;o pelo cliente, brainstorm e tudo ligado ao in&#237;cio do processo criativo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<link href="http://www.mxstudio.com.br/webgerenciador/_css/PadraoCss.css" rel="stylesheet" type="text/css" /> <script src="http://www.mxstudio.com.br/js/ColorCode.js"></script><br />
<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%">
<tr>
<td id="colunaTexto" valign="top">
<h1>Processo criativo</h1>
<p>Fala  galera, tudo certo? Muuuuuuito tempo que não escrevo por aqui né? Pois é, um  dos e principal motivo é que eu agora sou empresário, estou abrindo minha  empresa juntamente com 2 amigos da faculdade e 1 amiga de Aracajú. Quem quiser ver  é só acessar <a href="http://www.agenciajungle.com.br/">www.agenciajungle.com.br</a>.  Mas vamos ao que interessa?</p>
<h4>Introdução</h4>
<p>Vou  falar sobre uma etapa do desenvolvimento de projetos que eu adoro e é uma das  minhas funções dentro da Jungle. Processo criativo.</p>
<h4>Conteúdo</h4>
<p>Antes  de se começar a criar, pelo menos duas etapas importantes: o briefing inicial,  que é um questionário criado pela agência ou pelo profissional que deverá ser  respondido pelo cliente e as reuniões com o cliente após a entrega do briefing  preenchido para que toda e qualquer dúvida inicial seja esclarecida.</p>
<p>A  partir daí é que começar toda a “brincadeira”!! A equipe de criação junta-se  para o chamado brainstorm. Nessa hora começamos a juntar as informações  passadas pelo cliente e vamos montando rascunhos para chegarmos a um design  final.</p>
<p>Depois  disso, começam a ser feitos wireframes, esboços dos layouts onde é desenhado  apenas o necessário para que o cliente entenda o posicionamento das imagens e  diagramação de textos e ícones. Nessa fase o cliente irá ver apenas as linhas  de como será o layout ou no máximo o próprio layout sem cores, trabalhos com  efeitos, tipo de fonts e etc.</p>
<p>Após  a aprovação desta etapa, é que passamos para a fase, digamos, da “arte final”.  É nesta etapa que trabalhamos a identidade visual do cliente no layout,  aplicamos as cores da logo, cores complementares, fonts e etc. Tudo que foi  acertado no brainstorm, todas as referências pesquisadas, todos ícones criados,  vinhetas, enfim, tudo.</p>
<p>Novamente  o cliente precisa aprovar e é normalmente nesse momento que ele argumenta que  não gostou de alguma coisa, pois, ainda está para nascer o cliente que aprova  tudo de cara. Normalmente são feitos mais de um layout baseado no wireframe  aprovado para que o cliente tenha opção de escolha, e é aí que mora o perigo.</p>
<p>Pode  acontecer do cliente chegar e falar: “Não teria como pegar o topo do layout 1,  com o menu do layout3 e misturar com os ícones do layout 6?”. Pois é. Isso  acontece e, podem ter certeza, muito.</p>
<p>Após  a aprovação do cliente, passa-se para o responsável pelo html, css que pode ser  ou o designer mesmo que criou o layout ou o desenvolvedor que irá programá-lo.  Mas isso é papo para um outro artigo.</p>
<h4>Considerações finais</h4>
<p>No  próximo, mostrarei exemplos de wireframes e explicarei como são e podem ser  montados. Mas é claro que agora não vou demorar a escrever novamente.</p>
<p><strong>Autor: Daniel de Paola – colunista de  design e usabilidade</strong></p>
<p>Qualquer  dúvida entre em contato por <a href="mailto:dpaola@gmail.com">dpaola@gmail.com</a> ou no fórum.</td>
</tr>
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		<title>Breadcrumbs Trails</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/marketingdigital/usabilidade/breadcrumbs_trails/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Mar 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danieldepaola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Utiliza&#231;&#227;o do recurso para melhorar a usabilidade e navegabilidade tornando a experi&#234;ncia mais confort&#225;vel para o usu&#225;rio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script src="http://www.mxstudio.com.br/js/ColorCode.js"></script></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td id="colunaTexto" valign="top">
<h1>Coluna Usabilidade &#8211; <em>Breadcrumbs Trails </em></h1>
<p><!--</p>
<h2>Subtítulo (Tag H2) &#8211; Um subtítulo para um bloco de texto</h2>
<h3>Subtítulo (Tag 3) &#8211; Um subtítulo para um bloco de texto que esteja<br />
dentro do bloco H2.</h3>
<h4>Subítulo (Tag H4) &#8211; O quarto e último nível de título.</h4>
<p>&#8211;></p>
<p>E ai galera, to há um tempo sem escrever devido a  complicações com o tempo. Estágio, facul, freelas. Mas to ai de volta e com um  novo artigo sobre usabilidade.</p>
<p>Vou  falar sobre as migalhas de pão, que nada mais são do que links que mostram o  caminho que o usuário percorreu no site até chegar na informação e de suas  aplicações, vantagens e desvantagens.</p>
<p>Estou  lendo o livro do Felipe Memória – Design para internet: projetando a  experiência perfeita, e um assunto que me chamou a atenção foi quando ele  dedicou boa parte de um capítulo falando sobre os <em>breadcrumbs</em>. O termo em inglês é traduzido ao pé-da-letra mesmo e  está ligado fielmente a idéia da história de João e Maria. O conceito é mostrar  pro usuário o caminho que ele usou para chegar até a informação desejada por  ele, com links para que, no caso de dúvida, ele possa voltar e refazer o  caminho.</p>
<p>O  uso deste artifíco, para muitos pode não ser comum, mas é uma ótima questão de  usabilidade ligada ao conforto do usuário na navegabilidade do ambiente em  questão. De acordo com autores de usabilidade como Krug e MacDonald, o Yahoo!  foi o grande responsável pela popularização do recurso das trilhas.</p>
<p>De  acordo com Memória, os <em>breadcrumbs</em> pode ser classificados em três tipos e possuem duas funções básicas:<br />
-  Funções: possibilitar saltos entre diferentes níveis de informação no site,  tornando o processo mais rápido e fácil; informar a localização do usuário  dentro da arquitetura da informação do site, servindo como uma espécie de mapa  do site.<br />
-  Tipos: <em>breadcrumbs </em>de localização; <em>breadcrumbs</em> de caminho e <em>breadcrumbs </em>de atributo.<br />
E  ele  acrescenta, em seu livro, um outro  tipo de utilização que é na barra de título dos sites, muito utlilizado nos  sites da Globo.com.</p>
<p>Vamos  ver agora as definições de cada um e como são utilizados:<br />
- de  localização<br />
Forma  mais simples de utilizar <em>breadcrumbs  trails</em> por ser de fácil  implementação. Ele mostra onde o usuário está, mas não o caminho que foi  percorrido até lá.<br />
- de  caminho<br />
Esse  é o que melhor representa o nome “trilha de migalhas de pão”, pois mostra,  através de links, todo o caminho percorrido pelo usuário até chegar a  informação. É muito comum o uso do caractere ‘&gt;’ ou ‘&gt;&gt;’ entre os  links pois faz alusão a continuidade. Alguns autores defendem o uso de imagens  como setas para a direita como melhor forma de separador para este tipo de <em>breadcrumb</em> e aconselham: não utilizar  link no último nível do caminho, pois ele faria a página recarregar.</p>
<p>- de  atributo<br />
Mais  comum em sites de busca, pois apresentam a classificação de determinado assunto  dentro de uma organização de diretórios<br />
- de  título<br />
Apesar  não muito populares, alguns sites já utilizam este tipo por ter um papel  fundamental na idexação em sites de busca e organização de favoritos para os  usuários.</p>
<p>Exemplos  de <em>breadcrumbs trails</em>:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Home</span> &gt; <span style="text-decoration: underline;">Empresa</span> &gt; Filosofia</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Home</span> &gt;&gt; <span style="text-decoration: underline;">Serviços</span> &gt;&gt; <span style="text-decoration: underline;">Impressos</span> &gt;&gt; Folders</p>
<p>Após  resultados de pesquisas Krug revela que a melhor forma para utilizar este  poderoso recurso, é logo abaixo do topo pois facilita a visualização e a  navegabilidade, tornando mais confortavel a utilização do site para o usuário. Na  hora de criar os <em>wireframes</em> (assunto  para próximos artigos), especifique um espaço para os <em>breadcrumbs</em> ou se preferir utilize no título, pois como disse o  Felipe, “facilita a indexação do site”.</p>
<p>Espero  que tenham gostado e que passem a fazer uso. Abraços</p>
<p align="justify">
<p align="justify">Autor Daniel de Paola &#8211; Colunista de Usabilidade e Teoria do design</p>
<p>Qualquer dúvida <a href="mailto:danieldpaola@mxstudio.com.br">danieldpaola@mxstudio.com.br</a> ou acesse o nosso <a href="http://forum.mxstudio.com.br">fórum</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		</item>
		<item>
		<title>Vamos dar nomes aos bois?</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/marketingdigital/usabilidade/vamos_dar_nomes_aos_bois_/</link>
		<comments>http://www.mxstudio.com.br/marketingdigital/usabilidade/vamos_dar_nomes_aos_bois_/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danieldepaola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de dar sequ&#234;ncia aos de cores, vou apenas clarear e refletir um pouco sobre os termos usado para os profissionais da nossa &#225;rea.<br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td id="colunaTexto" valign="top">
<h1>Coluna Usabilidade &#8211; Vamos dar nomes aos bois?</h1>
<p>E ai pessoal, tudo bem? Como  foram de final de ano? Estou há um tempo sem escrever, mas estarei retomando os  artigos agora em fevereiro. Antes de dar sequência aos de cores, vou apenas  clarear e refletir um pouco sobre os termos usado para os profissionais da  nossa área.</p>
<p>Vejo muitas pessoas  confundindo os termos de nossa profissão, seja em conversas no msn, fóruns e  principalmente na hora de oferecer uma oportunidade de emprego em jornais,  revistas eletrônicas, sites de <a href="http://www.guiadacarreira.com.br/artigos/carreira/curriculo-simples-eficiente/"><strong>currículo</strong></a> e etc. Antes do estouro da bolha, era  comum um profissional de internet ser chamado de webmaster, pois era ele que  fazia de tudo. Programa o site, montava o layout, entrava em contato com o  cliente, dava suporte, enfim, o famoso “faz-tudo”.</p>
<p>Depois que a profissão foi se  popularizando e crescendo, foram surgindo novos termos como webdesigner,  webdeveloper, webwriter entre outros, mas mesmo assim as pessoas ainda  confundem, ou por não saber exatamente o que cada um tem como tarefa ou por  apenas só conhecer um ou outro termo.</p>
<p>É muito comum encontrar  ofertas de emprego do tipo:“Precisa-se  de webdesigner que saiba: html, css, dreamweaver, photoshop, fireworks, flash,  asp, php, sql server, javascript”.<br />
Isso não seria um webmaster?  Não. Hoje com as especializações, o profissional que sabe um pouco de cada  coisa, não tem um mercado bem remunerado e que principalmente alavanque para  cargos maiores.</p>
<p>Se você quer um webdesigner  ou designer de internet ou designer de interfaces, essa pessoa deverá saber bem  programas de editoração de imagens, programas vetoriais, html, css, padrões  (hoje já está sendo fundamental) e ter noção de como funciona o resto. Não é  necessário que o designer saiba programar, saiba criar um banco de dados, pois,  é para isso que existem os webdevelopers ou desenvolvedores web ou  programadores web.</p>
<p>Na última edição da revista  Webdesgin a entrevista com Felipe Memória, ele diz: “Quando falamos sobre  grandes projetos, frutos de uma internet mais madura, começamos a trabalhar com  o conceito de equipes multidisciplinares, pessoas mais especialistas e menos  generalistas.” E completa no final dizendo que “há tempos não vemos o contato  do webmaster na amazon.com ou yahoo! ou google&#8230;”</p>
<p>É necessário que os próprios  profissionais difundam esses conceitos, para que a profissão só cresca e cada  vez mais seja respeitada. Questão de valores fica pra um próximo artigo.<br />
Abraço a todos e espero ter  esclarecido um pouco mais sobre isso.</p>
<p><strong>Autor: Daniel de Paola &#8211; Colunista de Usabilidade e Teoria do design </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Qualquer dúvida <a href="mailto:danieldpaola@mxstudio.com.br">danieldpaola@mxstudio.com.br</a> ou acesse o nosso <a href="http://forum.mxstudio.com.br">fórum</a>.</td>
</tr>
</tbody>
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		</item>
		<item>
		<title>Teoria de design &#8211; Parte 3</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/marketingdigital/usabilidade/teoria_de_design___parte_3/</link>
		<comments>http://www.mxstudio.com.br/marketingdigital/usabilidade/teoria_de_design___parte_3/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2005 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danieldepaola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje vou falar um pouco sobre cores e a rea&#231;&#227;o psicol&#243;gica sobre n&#243;s. &#201; um pouco complicado falar sobre cores, pois assim como usabilidade &#233; um assunto longo, mas estarei simplificando e tentando ajudar a desvenda]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Coluna Usabilidade &#8211; Teoria de design &#8211; Parte 3</h1>
<p>E ai galera, tudo certo? Antes de começar o artigo queria agradecer a galera que sempre comenta e responde no fórum, pois só assim iremos estar sempre melhorando e também pra dizer que estou concorrendo ao Selo Peixe Grande da Arteccom que é editora da Revista Webdesign. Quem quiser fortalecer e votar o link é http://www.arteccom.com.br/webdesign/peixegrande/voto/voto1.asp?acao=votar&amp;user=ok&amp;tipo=1&amp;id=19</p>
<p>Hoje vou falar um pouco sobre cores e a reação psicológica sobre nós. É um pouco complicado falar sobre cores, pois assim como usabilidade é um assunto longo, mas estarei simplificando e tentando ajudar a desvendar o mistério.</p>
<p>Cores não existem. São apenas sensações produzidas por certas organizações nervosas sob ação de luz. É através de sensações distintas que identificamos as várias cores. Só podemos perceber a cor sob presença luminosa.</p>
<p>Existem dois fenômenos que provocam a sensação da luz: estímulo e percepção.</p>
<p>- os estímulos que causam sensações cromáticas estão divididos em dois grupos: síntese aditiva (cor-luz) e síntese substrativa (cor-pigmento). Sobre a síntese substrativa estarei falando no próximo artigo. O aparecimento de cor é determinado pela luz, os objetos que a refletem e o olho humano. Os raios luminosos incidem no objeto que os reflete e são captados pela córnea onde são refratados, e a seguir essa luz incide na lente que projeta-a na retina.<br />
Na retina, temos dois fotoreceptores: cones e bastonetes, que convertem a intensidade e a cor da luz captada pelos impulsos nervosos. Os fotoreceptores apresentam características totalmente diferentes. Os cones respondem a espectros de cores distintas (vermelho, verde e azul) e os bastonetes captam a luminosidade da cor e não a diferencia.</p>
<p>- síntese aditiva ou cor-luz: é a radiação luminosa que tem como síntese aditiva a luz branca, ou seja, síntese aditiva é a obtenção de uma determinada cor pela soma de duas ou mais cores. Através de cores primárias pode-se obter qualquer outra cor. As cores primárias da síntese aditiva são o vermelho, verde e azul, de onde surge o sistema RGB e as cores secundárias são o ciano, magenta e amarelo, dando origem ao sistema CMYK.<br />
Misturando as cores RGB, obtemos todas as outras cores, mesmo as que não estão no espectro solar. Somando-se as três em proporções iguais, temos o branco e na ausência delas temos a cor preta. É assim que os monitores de computador e televisores produzem a cor. Mas, a cor na página impressa não funciona assim. O papel não emite luz, ele apenas a reflete.</p>
<p>No próximo artigo estarei completando a explicação e falando sobre a síntese substrativa.</p>
<p>Abraços e até a próxima.</p>
<p><strong>Autor: Daniel de Paola </strong></p>
<p>Qualquer dúvida envie um email para <a href="http://mce_host/mx_novo/wp-admin/maito:danieldpaola@mxstudio.com.br" target="new">danieldpaola@mxstudio.com.br</a> ou acesse o nosso <a href="http://forum.mxstudio.com.br" target="forum">fórum</a>. </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Teoria de design ? Parte 2</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/marketingdigital/usabilidade/teoria_de_design_%ef%bf%bd_parte_2/</link>
		<comments>http://www.mxstudio.com.br/marketingdigital/usabilidade/teoria_de_design_%ef%bf%bd_parte_2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2005 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danieldepaola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Dando continuidade as teorias do design e aproveitando os coment&#225;rios do outro artigo, vou explicar com imagens as tr&#234;s leis que comentei no artigo anterior.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Teoria de design – Parte 2</h1>
<p>E ai galera, como estão? Fiquei um tempo sem escrever e sem frequentar o fórum porque o trabalho e a faculdade me consumiram essas semanas. Dando continuidade as teorias do design e aproveitando os comentários do outro artigo, vou explicar com imagens as três leis que comentei no artigo anterior.</p>
<p>Baseado na descrição feita nas três primeiras leis da Gestalt, fiz imagens para podermos entender melhor cada uma. Vamos lá.</p>
<p>Começando pela Unidade:</p>
<p><img src="http://www.mxstudio.com.br/mx_novo/wp-admin/html96U24_Teoria_de_design_prt2_imagens/unidade.gif" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Vejam que existem elementos soltos mas que a nossa percepção faz com que enxerguemos um único objeto. No primeiro, temos quadro cantos que não se juntam, mas vemos um quadrado. No segundo a mesma coisa. Linhas verticais paralelas que formam um quadrado. E assim nos outros exemplos.</p>
<p>Em um layout isso pode ser muito útil, pois não é necessário ter uma ‘caixa’ para marcar uma área de conteúdo. Basta usar a criatividade e fechar os cantos.</p>
<p>Segregação:</p>
<p><img src="http://www.mxstudio.com.br/mx_novo/wp-admin/html96U24_Teoria_de_design_prt2_imagens/segregacao.gif" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Neste exemplo, vemos objetos formando uma unidade mas conseguimos separar cada um, seja pela forma, cor ou textura.</p>
<p>E por fim a Unificação:</p>
<p><img src="http://www.mxstudio.com.br/mx_novo/wp-admin/html96U24_Teoria_de_design_prt2_imagens/unificacao.gif" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Aqui vemos objetos diferentes mas que com a mesma cor fazem uma unificação, ou seja, vemos uma massa vermelha, uma preta, uma azul e uma verde. Claro que olhando com clama e durante algum tempo vemos os objetos separados.</p>
<p>Isso ai pessoal. Espero ter melhorado o entendimento sobre essas três leis e que isso possa ajudar na hora da criação de layouts ou peças publicitárias .</p>
<p>Abraços e até a próxima.</p>
<p>Daniel de Paola</p>
<p><a href="mailto:danieldpaola@mxstudio.com.br">danieldpaola@mxstudio.com.br</a> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Teoria de design ? Parte 1</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/marketingdigital/usabilidade/teoria_de_design_%ef%bf%bd_parte_1/</link>
		<comments>http://www.mxstudio.com.br/marketingdigital/usabilidade/teoria_de_design_%ef%bf%bd_parte_1/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2005 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danieldepaola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos come&#231;ar a falar dos conceitos do design, sendo parte fundamental para a cria&#231;&#227;o na web ou em qualquer outra &#225;rea.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td id="colunaTexto" valign="top">
<h4>Teoria de design – Parte 1</h4>
<p>Leis da Gestalt</p>
<p>E ai galera, estão curtindo os artigos da coluna? Hoje vou começar a falar dos conceitos do design, sendo parte fundamental para a criação na web ou em qualquer outra área.</p>
<p>Antes de tudo, o que é Gestalt? A palavra Gestalt (plural <em>Gestalten</em>) é um termo intraduzível do idioma alemão para o português. O Dicionário Eletrônico Michaelis apresenta como possibilidades as palavras figura, forma, feição, aparência, porte; estatura, conformação; vulto, às quais ainda se pode acrescentar estrutura e configuração. Aproximadamente a partir de 1870 alguns pesquisadores alemães começaram a estudar os fenômenos perceptuais humanos, especialmente a visão. Seus estudos procuravam entender como se davam os fenômenos perceptuais, tendo se utilizado em grande parte deles, de obras de arte.</p>
<p>A partir daí temos determinadas leis para se trabalhar no plano, seja ele uma tela de pintura, um papel de desenho ou em nosso caso o stage do software. Listarei as principais leis usadas no design gráfico:</p>
<p><strong>Unidades</strong> – Uma unidade pode ser consubstanciada num único elemento, que se encerra em si mesmo, ou como parte de um todo. Ainda, numa conceituação mais ampla, pode ser entendida como o conjunto de mais de um elemento, configurando o “todo” propriamente dito, ou seja, o próprio objeto. As unidade formais, que configuram um todo, são percebidas, geralmente, através das relações entre os elementos (ou sub-unidades) que as constituem. Uma ou mais unidades formais podem ser segregadas ou percebidas dentro de um todo por meio de diversos elementos como: pontos, linhas, planos, volumes, cores, sombras, brilhos, texturas e outros, isolados ou combinados entre si.</p>
<p><strong>Segregação</strong> – Segregação significa a capacidade perceptiva de separar, identificar, evidenciar ou destacar unidade formais em um todo compositivo ou em partes deste todo. Naturalmente, pode-se segregar uma ou mais unidades, dependendo da desigualdade dos estímulos produzidos pelo campo visual (em função de forças de um ou mais tipos de contrastes). A segregação pode ser feita por diversos meios tais como: pelos elementos de pontos, linhas, planos, volumes, cores, sombras, brilhos, texturas e outros. Para efeito de leitura visual pode-se, também, estabelecer níveis de segregação. Por 0exemplo, identificando-se apenas as unidades principais de um todo mais complexo, desde que seja suficiente para o objetivo desejado de análise e/ou interpretação da forma do objeto.</p>
<p><strong>Unificação</strong> – A unificação da forma consiste na igualdade ou semelhança dos estímulos produzidos pelo campo visual, pelo objeto. A unificação se verifica quando os fatores de harmonia, equilíbrio, ordenação visual e, sobretudo, a coerência da linguagem ou estilo formal das partes ou do todo estão presentes no objeto ou composição. Importante salientar que, obviamente, a unificação também se manifesta em graus de qualidade, ou seja, varia em função de uma melhor ou pior organização formal.</p>
<p>Nesse caso poder-se-á atribuir índices qualificativos numa dada leitura. Em tempo, dois princípios básicos concorrem também fortemente para a unificação da organização formal, que são as leis de proximidade e semelhança quando presentes ou não no objeto como um todo conforme se verá mais adiante.</p>
<p>Utilizei como fontes de pesquisa o livro <strong><em> Gestalt do Objeto/ Sistema de Leitura Visual – João Gomes Filho </em></strong> e o site <a href="http://www.gestaltsp.com.br/gestalt.htm">http://www.gestaltsp.com.br/gestalt.htm</a></p>
<h2></h2>
<p>Abraços e até a próxima.</p>
<p>Daniel de Paola</p>
<p><a href="mailto:danieldpaola@mxstudio.com.br">danieldpaola@mxstudio.com.br</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<item>
		<title>Falando um pouco de design</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/marketingdigital/usabilidade/falando_um_pouco_de_design/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2005 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danieldepaola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Falaremos sobre o momento atual do design na web e tentaremos fazer um progn&#243;stico do futuro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td id="colunaTexto" valign="top">
<h4>Falando um pouco de design</h4>
<p>E ai pessoal, espero que estejam curtindo os artigos sobre usabilidade. Mudando um pouco de assunto, mais ainda dentro do foco dos artigos, eu vou falar nesse sobre design. Antes de começar a falar sobre as teorias da gestalt ou dar dicas conceituais para criar layouts ou até mesmo falar sobre a história do design, irei começar de trás pra frente. Ou seja, vou falar sobre o momento atual do design na web e tentar fazer um prognóstico do futuro.</p>
<p>Eu resolvi escrever sobre isso agora, pois, tendo como base o nosso fórum de avaliações daqui do MxStudio, vemos que a maioria dos layouts postados para serem comentados são similares. Não estou falando do tema, mas sim do layout visto de forma macro. Sem entrar nos detalhes (por enquanto) e sem desmerecer a todos que postam porque têm trabalhos muito bons e também trabalhos de quem está começando.</p>
<p>É bem verdade que de uns 5 anos pra cá a web sofreu uma mudança radical em relação ao design dos sites corporativos, portais de informações, sites pessoais e etc. Isso se deve ao crescimento e surgimento de novas tecnologias disponíveis para os profissionais do webdesign. O Flash, Photoshop, Fireworks proporcionam uma gama infinita de opções para serem criados as mais loucas imagens e animações e serem implantadas no html.</p>
<p>Os sites começaram a ter animações mais elaboradas nos topos, menus interativos, fotografias ilustrando com algum efeito diferente. Só que deu-se uma estagnada. É raro ver hoje em dia um layout quem ao carregar, você pare e diga: “Nossa, nunca vi nada assim” ou “Nunca imaginei que isso fosse possível para a web”. É claro que existem, mas são poucos levando-se em conta a quantidade de sites publicados.</p>
<p>É necessário buscar uma coisa que ainda não se viu na web, uma coisa que faça as pessoas comentarem, que cause um baque. Por exemplo, eu fiz da nova versão do meu portfólio um Palmtop. Estava no busão voltando pra casa e vi um cara lendo o jornal no seu <em>pocket pc </em>e daí tive a idéia e pensei: “Ainda não vi nada assim, pode ser uma boa.” E está sendo. Todo mundo que olha (apesar de ainda estar fazendo alguns ajustes) e diz que a idéia é bem criativa, que querbrou a linha quadrada dos sites atuais, que inovei e tudo mais.</p>
<p>Garanto que muitos já tiveram idéias loucas mas na hora de passar para o computador param e pensaram: “Isso não vai dar certo. Vai ficar estranho”. Galera, EXPERIMENTEM!!!! Inovem, pois só assim iremos sair da “era quadrada”.</p>
<p>Os próprios sites de templates ultimamente só têm publicado sites quase iguais. Sempre o mesmo esquema de topo em flash, menu vertical ou horizontal, caixas para disposição de textos, enfim, sempre o mesmo conjunto de imagens mudando apenas a logo e as cores.</p>
<p>Claro que a pequisa de layouts nesses sites são válidas, mas é necessário que o designer crie e desenvolva a partir daí. Se não passarmos a experimentar e a tentar coisas novas, qualquer “sobrinho” que copie um layout do <em>TemplateMonster, </em>por exemplo, irá ganhar o seu cliente.</p>
<p>O futuro do design na web depende disso. Ouço muita gente dizer que a profissão de designer vai acabar justamente pelo que falei acima. Qualquer pessoa que souber html, css e tenha noção de alguma ferramenta gráfica irá comprar um template pronto e usar. Onde fica a criatividade? Onde fica a autenticidade do profissional? Onde fica a qualidade, o <em>feeling</em>, o conceito?</p>
<p>É por isso que enquanto souber somente a ferramenta sem saber o conceito e sem desenvolver a criatividade, continuaremos a ter e a ver composições similares e muitas vezes inspiradas em outras. Obviamente que não estou falando específicamente do tema do site e/ou portal. Estou falando do medo da inovação e do medo de expressar a criatividade. Imaginem um site corporativo de uma grande multinacional não sendo “quadrado”. Tendo um outro formato, imagens ilustrando os objetivos e serviços dessa empresa, depoimentos em vídeo, um apelo visual para prender o cliente e a partir daí mostrar do que a empresa é capaz.</p>
<p>Imaginem criar até mesmo um fundo sério, quadradão, mas utilizar imagens estourando esse fundo. Utilizar <em>brushes</em> para dar um charme, uma sofisticada além do comum. Usar linhas orgânicas, no topo deixar a logo “sangrar”. Já pensaram nisso? Muitos vão achar que ficou feio, que fica parecendo inacabado. Mas é aí que entra a inovação, a criatividade.</p>
<p>Eu costumo dizer muitas vezes que o design da web pode ser inspirado na moda, no mundo <em>fashion</em>. Há uns 10 ou 15 anos usar calça desbotada, com rasgos era “coisa de punk”, de hippie e hoje é visto nas celebridades, nas patricinhas. Então, porque não inventar moda na web? Um bom exemplo para ilustrar o que estou dizendo foi o hotsite do dia dos namorados das lojas Renner (<a href="http://www.lojasrenner.com.br/namorados2005">www.lojasrenner.com.br/namorados2005</a>) que toruxe o jeans pra internet e foi muito bem recebido.</p>
<p>Por isso galera, não tenham medo de inovar, de experimentar. Criem, apliquem e postem para avaliações de profissionais e leigos. Divulguem. Só assim mudaremos o conceito atual.</p>
<p>Quem quiser ver o meu portfólio e depois me mandar um email dizendo o que achou, se já viu algo assim, se já pensou em algo do tipo mas não aplicou porque teve receio de ser rejeitado, é só acessar <a href="http://www.danieldepaola.com/">www.danieldepaola.com</a>.</p>
<p>Abraços e até a próxima.</p>
<p>Daniel de Paola</p>
<p><a href="mailto:danieldpaola@mxstudio.com.br">danieldpaola@mxstudio.com.br</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Resoluções para Web</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/marketingdigital/usabilidade/resolucoes_para_web/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2005 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danieldepaola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Iremos abordar as diferentes resolu&#231;&#245;es para se trabalhar para web.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td id="colunaTexto" valign="top">
<h4>Resoluções para a Web</h4>
<p>Salve galera, tudo certo? Dando continuidade na série de artigos sobre usabilidade, hoje vou falar das diferentes resoluções para se trabalhar para web.</p>
<p>É muito comum ainda encontrarmos resoluções de 800&#215;600 pixels, prinicipalmente em empresas de médio e pequeno porte onde existem aquelas salas com várias pessoas e seus monitores de 14”. É bem verdade que as máquinas novas já vem com monitores de 15” e com isso a resolução utilizadas neles é a de 1024&#215;768 pixels.</p>
<p>Há quem use monitores de 17 e 19 polegadas ou notebooks com telas de 15,4 polegadas, as chamdas <em>widescreen</em>. Nesse caso as resoluções variam entre 1280&#215;1024, 1112&#215;768 e assim vai dependendo de quanto o vídeo suportar.</p>
<p>Esse assunto gera discussão e dúvida na hora de elaborar um layout de um site, uma tela de um sistema ou uma peça publicitária na web ou até mesmo desktop. Qual será a resolução mais utilizada pelo meu público alvo? Essa é a pergunta que todos os deigners devem fazer quando começam a eboçar seja no fireworks, photoshop, corel e etc.</p>
<p>Um erro muito comum nesse momento crucial, é não descontar os pixels da barra de rolagem vertical do browser e uma medida aproximada da infindade de botões, barras de link, endereços, anti pop-up que ficam na parte superior do navegador. Pois é&#8230; Se a pessoa usa uma resolução de 800&#215;600 e você cria um layout precisamente em 800&#215;600, no instante que ela acessar seu site, BANG!!! As malditas barras de rolagem vertical e horizontal irão aparecer.</p>
<p>A única barra de rolagem que não encomoda é aquela que é planejada como no caso dos portais e sites de institucionais. O ideal para casos assim é descontar aroximadamente 20 pixels da barra lateral e 60 a 80 pixels das barras e botões do alto do browser. Com isso seu palco, stage, área de desenho, como queiram chamar, deverá ter não mais que 780&#215;540 pixels.</p>
<p>Assim deve-se pensar para as outras resoluções. O ideal para que o projeto seja visto em todas as resoluções (já não se encontra mais 640&#215;480) é que ele seja visualizado primeiramente, e bem, na resolução 800&#215;600, que a partir daí ele será bem visualizado nas outras mais acima.</p>
<p>Abraços a todos.</p>
<p>Daniel de Paola</p>
<p><a href="mailto:danieldpaola@mxstudio.com.br">danieldpaola@mxstudio.com.br</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<item>
		<title>Usabilidade e Teoria de Design: Diferenças de conexão</title>
		<link>http://www.mxstudio.com.br/marketingdigital/usabilidade/usabilidade_e_teoria_de_design__diferencas_de_conexao/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 Jul 2005 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danieldepaola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Html ou Flash? Banda Larga ou Discada? Alguns termos pertinentes na vida de quem desenvolve e quem visualiza p&#225;ginas na web. Acompanhe]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd&#8221;&gt;</p>
<p><script type="text/JavaScript"><!--
function MM_reloadPage(init) {  //reloads the window if Nav4 resized
  if (init==true) with (navigator) {if ((appName=="Netscape")&#038;&#038;(parseInt(appVersion)==4)) {
    document.MM_pgW=innerWidth; document.MM_pgH=innerHeight; onresize=MM_reloadPage; }}
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}
MM_reloadPage(true);
//-->
// --&gt;</script></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td id="colunaTexto">E ai galera, beleza? Espero que tenham curtido o meu primeiro artigo. Continuando os artigos sobre usabilidade, vou falar hoje de um tema que eu mesmo já havia esquecido, mas que num evento de desenvolvedores aqui no Rio foi lembrado em uma das palestras. BANDA LARGA X CONEXÃO DISCADA!!</p>
<p>É verdade que o crescimento da banda larga no Brasil está cada vez maior e que com o aumento da concorrência entres as prestadoras desse serviço, o preço está ficando acessível para muita gente. Mas mesmo assim ainda é grande o número de usuários da conexão discada, aquela em que o cabo o telefone é conecta ao modem 56k do micro e faz aquele efeito sonoro lindo ao se conectar.</p>
<p>Pois é, esse também é um caso de usabilidade, pois, é necessário pesquisar o público alvo do seu projeto, para saber que tecnologia usar no desenvolvimento do mesmo. Vejo muitas vezes sites de grandes empresas, totalmente em html “puro”, pois o objetivo é atender a toda a população. Mas também vejo sites totalmente em flash, com efeitos absurdos, com um tamanho de mais de 200Kb. Ou seja, o objetivo é atingir um público mais “seleto” da sociedade, empresas de grande porte.</p>
<p>As conexões discadas, se me lembro bem, fazem uma transferência de dados em torno de 12 a 18kbps. Imaginem o tempo que um usuário com um micro, algo do tipo PIII com 64Mb de RAM e win98, usando sua conexão via modem 56k, acessar um site do porte do <a href="http://www.2advanced.com/">www.2advanced.com</a> ?</p>
<p>Em pesquisas feitas com diferentes tipos de usuários, o tempo máximo esperado para o carregamento de um site, é no máximo dez segundos! Isso mesmo, 10s.</p>
<p>Por isso a pesquisa antes do desenvolvimento é importante. Não adianta partir para uma solução em flash, com imagens bem trabalhadas no photoshop, efeitos em 3d, se o público final do site é de pessoas acima de 50 anos ou pessoas que ainda não usufruem de banda larga. Isso causará um efeito negativo para o cliente ou para você no caso de um site pessoal. Ao mesmo tempo, um site puramente html não agrada o publico de grandes empresas, sites voltados para a juventude ou para aqueles que estão começando a navegar na WWW, pois estes, em sua maioria, estão tendo acesso já com a banda larga e gostam cada vez mais de sites com sons, efeitos visuais de cinema, imagens circulando em todo canto do monitor e outras coisas que existem por ai.</p>
<p>Pesquisando e sabendo qual o público alvo, tipo de conexão desse público e fazendo a escolha tecnológica certa para o desenvolvimento, o feedback positivo para o projeto será grande.</p>
<p>Pensar sempre no usuário final do site é sempre o melhor ponto de partida para a escolha certa de como será o website. Nem sempre flash é a melhor solução como nem sempre apenas html não atinge a pessoa como deveria.</p>
<p>Abraços a todos.</p>
<p>Daniel de Paola</p>
<p><a href="mailto:danieldpaola@mxstudio.com.br">danieldpaola@mxstudio.com.br</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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